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	<title>Comentários sobre: Um apito de peso</title>
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	<description>O blog do Marcelo Damato</description>
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		<title>Por: Rica</title>
		<link>http://alemdojogo.wordpress.com/2008/03/06/um-apito-de-peso/#comment-5881</link>
		<dc:creator>Rica</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 22:39:35 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo com o Lucas, deveria ter um comissão arbitral para orientar o juiz via rádio no desenrolar do jogo .</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com o Lucas, deveria ter um comissão arbitral para orientar o juiz via rádio no desenrolar do jogo .</p>
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		<title>Por: Lucas Camargo</title>
		<link>http://alemdojogo.wordpress.com/2008/03/06/um-apito-de-peso/#comment-5879</link>
		<dc:creator>Lucas Camargo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 21:58:09 +0000</pubDate>
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		<description>Seja lá o que for, acho necessário fazer alguma modificação para AJUDAR os árbitros, pois se continuar assim, ainda vão matar um (hehe). 

É simplesmente impossível uma pessoa competir com 12, 20 câmeras de TV e ser mais precisa do que elas.

É o que eu acho, &lt;strong&gt;Lucas&lt;/strong&gt;. Deve-se dar ao árbitro o máximo de recursos para ajudar na sua decisão. E quanto mais transparência, melhor. Com as microcâmeras que existem hoje, por que não mostrar ao telespectador a visão que o juiz tem do lance? </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Seja lá o que for, acho necessário fazer alguma modificação para AJUDAR os árbitros, pois se continuar assim, ainda vão matar um (hehe). </p>
<p>É simplesmente impossível uma pessoa competir com 12, 20 câmeras de TV e ser mais precisa do que elas.</p>
<p>É o que eu acho, <strong>Lucas</strong>. Deve-se dar ao árbitro o máximo de recursos para ajudar na sua decisão. E quanto mais transparência, melhor. Com as microcâmeras que existem hoje, por que não mostrar ao telespectador a visão que o juiz tem do lance?</p>
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	<item>
		<title>Por: Luís Ferrari</title>
		<link>http://alemdojogo.wordpress.com/2008/03/06/um-apito-de-peso/#comment-5876</link>
		<dc:creator>Luís Ferrari</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 21:48:41 +0000</pubDate>
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		<description>Debate sobre a viabilidade da medida à parte, não consigo entender a restrição quanto ao momento em que pode ser requerida a revisão. No futebol americano, por exemplo, não pode ser pedido no &quot;two minute warning&quot; (os últimos dois minutos de partida). Nunca consegui entender o porquê disso. Se o futebol for seguir o caminho e permitir a revisão, creio que o melhor é não inventar restrições de quando isso pode ou não ser pedido, para não dar mais rolo ainda. E você, Marcelo?

&lt;strong&gt;Caro Luis Ferrari&lt;/strong&gt;, que surpresa! Escreva mais vezes. O limite de tempo tem como motivação não permitir interrupções sucessivas num momento crucial da partida. Eu sou a favor de um sistema auto-regulável. Exemplo, se o clube consegue inverter a decisão do juiz, o pedido não deve ser considerado entre os dois. Se o clube interrompe demais o jogo no final sem motivo, deve sofrer algum tipo de restrição para fazer novos pedidos desse tipo. Enfim, a regra deveria premiar o bom reclamão e punir o mau. É claro que uma proposta assim pressupõe pessoas inteligentes para explicar e debater, mas eu não gosto muito de ter sempre de conviver com leis que até mais imbecil das pessoas sejam capazes de entender. Simplificar é bom, mas às vezes é preciso desenvolver um mecanismo mais preciso.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Debate sobre a viabilidade da medida à parte, não consigo entender a restrição quanto ao momento em que pode ser requerida a revisão. No futebol americano, por exemplo, não pode ser pedido no &#8220;two minute warning&#8221; (os últimos dois minutos de partida). Nunca consegui entender o porquê disso. Se o futebol for seguir o caminho e permitir a revisão, creio que o melhor é não inventar restrições de quando isso pode ou não ser pedido, para não dar mais rolo ainda. E você, Marcelo?</p>
<p><strong>Caro Luis Ferrari</strong>, que surpresa! Escreva mais vezes. O limite de tempo tem como motivação não permitir interrupções sucessivas num momento crucial da partida. Eu sou a favor de um sistema auto-regulável. Exemplo, se o clube consegue inverter a decisão do juiz, o pedido não deve ser considerado entre os dois. Se o clube interrompe demais o jogo no final sem motivo, deve sofrer algum tipo de restrição para fazer novos pedidos desse tipo. Enfim, a regra deveria premiar o bom reclamão e punir o mau. É claro que uma proposta assim pressupõe pessoas inteligentes para explicar e debater, mas eu não gosto muito de ter sempre de conviver com leis que até mais imbecil das pessoas sejam capazes de entender. Simplificar é bom, mas às vezes é preciso desenvolver um mecanismo mais preciso.</p>
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	<item>
		<title>Por: ROJAS</title>
		<link>http://alemdojogo.wordpress.com/2008/03/06/um-apito-de-peso/#comment-5871</link>
		<dc:creator>ROJAS</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 21:29:11 +0000</pubDate>
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		<description>Pelo visto, a proposta foi bolada em cima das regras do tênis, que permitem que o jogador peça a revisão do ponto anterior. Só que no tênis o telão é que define e, caso o jogador esteja errado, ele perde o direito de pedir outra revisão no mesmo set. Para o futebol, no entanto, entendo que essa proposta é ruim: parar o jogo, ter comissão julgadora e tudo o mais? Daqui a pouco começam a corromper a comissão e aí já viu...

Poderiam pôr no telão do estádio, Rojas. E fica mais difícil corromper quatro do que um. Eu acredito que a grande maioria dos erro se dá por acidente, não intencionalmnte. Se os erros forem bem reduzidos, a situação da arbitragem melhora. E um dos pontos da proposta do Merk é justamente para não parar o jogo demais. Se em 60 segundos não houver consenso, isso significa que o lance não é claro e logo prevalece a decisão do árbitro. Esse ponto também vai servir para mostrar que muitas decisões do árbitro não podem ser qualificadas como falhas, mesmo que sejam erradas.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo visto, a proposta foi bolada em cima das regras do tênis, que permitem que o jogador peça a revisão do ponto anterior. Só que no tênis o telão é que define e, caso o jogador esteja errado, ele perde o direito de pedir outra revisão no mesmo set. Para o futebol, no entanto, entendo que essa proposta é ruim: parar o jogo, ter comissão julgadora e tudo o mais? Daqui a pouco começam a corromper a comissão e aí já viu&#8230;</p>
<p>Poderiam pôr no telão do estádio, Rojas. E fica mais difícil corromper quatro do que um. Eu acredito que a grande maioria dos erro se dá por acidente, não intencionalmnte. Se os erros forem bem reduzidos, a situação da arbitragem melhora. E um dos pontos da proposta do Merk é justamente para não parar o jogo demais. Se em 60 segundos não houver consenso, isso significa que o lance não é claro e logo prevalece a decisão do árbitro. Esse ponto também vai servir para mostrar que muitas decisões do árbitro não podem ser qualificadas como falhas, mesmo que sejam erradas.</p>
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	<item>
		<title>Por: Emerson Figueiredo</title>
		<link>http://alemdojogo.wordpress.com/2008/03/06/um-apito-de-peso/#comment-5869</link>
		<dc:creator>Emerson Figueiredo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 20:23:17 +0000</pubDate>
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		<description>cabeça não pensa....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>cabeça não pensa&#8230;.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Roberto Fonseca</title>
		<link>http://alemdojogo.wordpress.com/2008/03/06/um-apito-de-peso/#comment-5868</link>
		<dc:creator>Roberto Fonseca</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 20:10:04 +0000</pubDate>
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		<description>Olha aí, Damato. Se os argumentos do Leandro Amaral fossem tão consistentes assim, ele teria, ao menos, conseguido a liminar. 

&quot;O desembargador Danir Vrcibradic do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro (TRT) indeferiu na tarde desta quinta-feira o pedido de liminar apresentado pela defesa do jogador Leandro Amaral, que deseja poder voltar a atuar pelo Fluminense. Com a decisão, o atacante segue obrigado a cumprir seu contrato vigente com o Vasco, a menos que a multa rescisória de R$ 9,04 milhões seja paga pelo Tricolor ao clube de São Januário.

Desde quarta-feira da semana passada, dia 27 de fevereiro, Leandro Amaral não é mais jogador do Flu. O Vasco conseguiu anular na Justiça o contrato do atleta com Tricolor. Na Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), a modificação de contrato do atacante foi publicada na quinta, dia 28, assim como na Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Leandro Amaral conseguiu no dia 19 de dezembro de 2007 a anulação da renovação automática do seu contrato com o Vasco, com duração até 14 de dezembro deste ano. Graças à liminar, o atacante assinou o contrato com o Fluminense. 

O advogado do jogador, Heraldo Panhoca, ainda não se pronuciou sobre o caso, mas a tendência é que a disputa na Justiça se prolonge por um bom tempo, pois o julgamento do mérito pode levar até um ano e meio.&quot;

Agora só resta aguardar pelo julgamento do mérito do processo daqui a um ano. Ou então entrar em acordo com o Vasco, que eu acho o mais viável...

Mas que a vida do Leandro Amaral virou do avesso na última semana, isso é certo. Perdeu o vínculo com o Fluminense e ainda viu o Dodô arrebentar na Libertadores. Sei não, mas acho que agora é o Fluminense que não quer mais ele.

&lt;strong&gt;Roberto,&lt;/strong&gt; pode ser e pode não ser. São muitos os motivos para se negar uma liminar. Uma liminar se concede quando há ao mesmo tempo &quot;a fumaça do bom direito&quot; e &quot;perigo da demora&quot;. Como já há uma decisão em primeira instância, é difícil conseguir uma liminar contra ela, não importa muito o resto. Outro ponto é que o advogado do jogador é paulista, logo não conhece muito bem os ritos informais da Justiça fluminense. Vamos aguardar o TST.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olha aí, Damato. Se os argumentos do Leandro Amaral fossem tão consistentes assim, ele teria, ao menos, conseguido a liminar. </p>
<p>&#8220;O desembargador Danir Vrcibradic do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro (TRT) indeferiu na tarde desta quinta-feira o pedido de liminar apresentado pela defesa do jogador Leandro Amaral, que deseja poder voltar a atuar pelo Fluminense. Com a decisão, o atacante segue obrigado a cumprir seu contrato vigente com o Vasco, a menos que a multa rescisória de R$ 9,04 milhões seja paga pelo Tricolor ao clube de São Januário.</p>
<p>Desde quarta-feira da semana passada, dia 27 de fevereiro, Leandro Amaral não é mais jogador do Flu. O Vasco conseguiu anular na Justiça o contrato do atleta com Tricolor. Na Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), a modificação de contrato do atacante foi publicada na quinta, dia 28, assim como na Confederação Brasileira de Futebol (CBF).</p>
<p>Leandro Amaral conseguiu no dia 19 de dezembro de 2007 a anulação da renovação automática do seu contrato com o Vasco, com duração até 14 de dezembro deste ano. Graças à liminar, o atacante assinou o contrato com o Fluminense. </p>
<p>O advogado do jogador, Heraldo Panhoca, ainda não se pronuciou sobre o caso, mas a tendência é que a disputa na Justiça se prolonge por um bom tempo, pois o julgamento do mérito pode levar até um ano e meio.&#8221;</p>
<p>Agora só resta aguardar pelo julgamento do mérito do processo daqui a um ano. Ou então entrar em acordo com o Vasco, que eu acho o mais viável&#8230;</p>
<p>Mas que a vida do Leandro Amaral virou do avesso na última semana, isso é certo. Perdeu o vínculo com o Fluminense e ainda viu o Dodô arrebentar na Libertadores. Sei não, mas acho que agora é o Fluminense que não quer mais ele.</p>
<p><strong>Roberto,</strong> pode ser e pode não ser. São muitos os motivos para se negar uma liminar. Uma liminar se concede quando há ao mesmo tempo &#8220;a fumaça do bom direito&#8221; e &#8220;perigo da demora&#8221;. Como já há uma decisão em primeira instância, é difícil conseguir uma liminar contra ela, não importa muito o resto. Outro ponto é que o advogado do jogador é paulista, logo não conhece muito bem os ritos informais da Justiça fluminense. Vamos aguardar o TST.</p>
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	<item>
		<title>Por: Felipe Bohrer</title>
		<link>http://alemdojogo.wordpress.com/2008/03/06/um-apito-de-peso/#comment-5867</link>
		<dc:creator>Felipe Bohrer</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 20:00:57 +0000</pubDate>
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		<description>Daquelas coisas do Farah, eu gostava muito da regra de mais de 10 faltas era uma falta da meia-lua sem barreira (Até o futsal usou depois) e o limite de 5 faltas por jogador.... A parada técnica era muito chata, esfriava muito o jogo...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Daquelas coisas do Farah, eu gostava muito da regra de mais de 10 faltas era uma falta da meia-lua sem barreira (Até o futsal usou depois) e o limite de 5 faltas por jogador&#8230;. A parada técnica era muito chata, esfriava muito o jogo&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Emerson Figueiredo</title>
		<link>http://alemdojogo.wordpress.com/2008/03/06/um-apito-de-peso/#comment-5865</link>
		<dc:creator>Emerson Figueiredo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 19:45:46 +0000</pubDate>
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		<description>Marcelo,
Me referi aos dois árbitros, mencionados pelo Renato de Almeida Verde.

Oops, &lt;strong&gt;Emerson&lt;/strong&gt;. É tanto comentário que às vezes me perco. Sorry</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcelo,<br />
Me referi aos dois árbitros, mencionados pelo Renato de Almeida Verde.</p>
<p>Oops, <strong>Emerson</strong>. É tanto comentário que às vezes me perco. Sorry</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Maurício Souza</title>
		<link>http://alemdojogo.wordpress.com/2008/03/06/um-apito-de-peso/#comment-5863</link>
		<dc:creator>Maurício Souza</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 19:44:11 +0000</pubDate>
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		<description>Acho que esse tipo de arbitragem eletrônica funciona em esportes sem tempo corrido, onde qualquer infração/gol/etc pára o cronômetro. Exemplo: basquete, tênis, futebol americano... o espectador está acostumado com as paradas, e uma a mais para consultar a imagem soa até óbvio. Mas no futebol, não sei como seria. Imagine a situação que o Rubens propôs...

Na minha modesta opinião, algo que poderia ser feito já, sem maiores problemas e provavelmente com resultados positivos seria colocar mais de um árbitro por jogo. Não os colocaria um em cada campo, já que a maioria das regras são interpretativas, e isso geraria a discórdia. Mas acho que se tivéssemos 3 juízes no campo, mais os bandeiras, a coisa já melhorava e muito...

Outra coisa que eu acho é justamente tirar a interpretação da regra do futebol. O caso mais famoso é o &quot;mão na bola&quot; ou &quot;bola na mão&quot; dentro da área. Ao invés de deixar o árbitro decidir, acho que deveria ser sempre a mesma punição. Por exemplo, tiro livre indireto. Acho que ficaria mais claro para todo mundo.

O seu argumento contra as paradas, &lt;strong&gt;Maurício,&lt;/strong&gt; é interessante, mas acho que não concordo. Uma paralisação de um minuto é pouco mais do que o tempo para cobrar uma falta perto da área e menor do que para um atendimento médico em campo. Não vai deixar o jogo muito mais parado.
Aumentar o número de árbitros pode ajudar. Alguém daquele comitê do futebol propôs dois árbitros atrás da linha do gol para vigiar a área. Isso permitiria ao juiz central correr menos.
Agora tirar a interpretação da regra não dá. Fora que pode gerar absurdos, a mensagem que fica é horrível. É como se disséssemos &quot;Dona Fifa, nóis num conségui intender essa regra, então cria uma mais facinha pra nóis&quot;. Eu defendo a atitude contrária. Apostar na inteligência das pessoas, dando maior informação ao público e aos árbitros, mais transparência nas decisões e nas mudanças das orientações para os árbitros. A humanidade já superou desafios incríveis, então é capaz de entender a regra do toque de mão.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que esse tipo de arbitragem eletrônica funciona em esportes sem tempo corrido, onde qualquer infração/gol/etc pára o cronômetro. Exemplo: basquete, tênis, futebol americano&#8230; o espectador está acostumado com as paradas, e uma a mais para consultar a imagem soa até óbvio. Mas no futebol, não sei como seria. Imagine a situação que o Rubens propôs&#8230;</p>
<p>Na minha modesta opinião, algo que poderia ser feito já, sem maiores problemas e provavelmente com resultados positivos seria colocar mais de um árbitro por jogo. Não os colocaria um em cada campo, já que a maioria das regras são interpretativas, e isso geraria a discórdia. Mas acho que se tivéssemos 3 juízes no campo, mais os bandeiras, a coisa já melhorava e muito&#8230;</p>
<p>Outra coisa que eu acho é justamente tirar a interpretação da regra do futebol. O caso mais famoso é o &#8220;mão na bola&#8221; ou &#8220;bola na mão&#8221; dentro da área. Ao invés de deixar o árbitro decidir, acho que deveria ser sempre a mesma punição. Por exemplo, tiro livre indireto. Acho que ficaria mais claro para todo mundo.</p>
<p>O seu argumento contra as paradas, <strong>Maurício,</strong> é interessante, mas acho que não concordo. Uma paralisação de um minuto é pouco mais do que o tempo para cobrar uma falta perto da área e menor do que para um atendimento médico em campo. Não vai deixar o jogo muito mais parado.<br />
Aumentar o número de árbitros pode ajudar. Alguém daquele comitê do futebol propôs dois árbitros atrás da linha do gol para vigiar a área. Isso permitiria ao juiz central correr menos.<br />
Agora tirar a interpretação da regra não dá. Fora que pode gerar absurdos, a mensagem que fica é horrível. É como se disséssemos &#8220;Dona Fifa, nóis num conségui intender essa regra, então cria uma mais facinha pra nóis&#8221;. Eu defendo a atitude contrária. Apostar na inteligência das pessoas, dando maior informação ao público e aos árbitros, mais transparência nas decisões e nas mudanças das orientações para os árbitros. A humanidade já superou desafios incríveis, então é capaz de entender a regra do toque de mão.</p>
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	</item>
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		<title>Por: Rica</title>
		<link>http://alemdojogo.wordpress.com/2008/03/06/um-apito-de-peso/#comment-5840</link>
		<dc:creator>Rica</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 18:42:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://alemdojogo.wordpress.com/?p=640#comment-5840</guid>
		<description>Acredito que esse tipo de intervenção não funciona, poderia ter uma comissão julgadora para alertar o arbitro no jogo e outra para não acontecer erros futuros.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito que esse tipo de intervenção não funciona, poderia ter uma comissão julgadora para alertar o arbitro no jogo e outra para não acontecer erros futuros.</p>
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