Além do Jogo

O blog do Marcelo Damato

Prazo para Luxemburgo

Posted by Marcelo Damato em sexta-feira, 8 fevereiro 2008

Três jogos. Esse é o prazo que a diretoria do Palmeiras vai esperar para o Palmeiras embalar no Paulista. Se isso não acontecer, a cobrança em cima de Luxemburgo vai mudar de tom.

Após uma comissão técnica barata em 2007, o Palmeiras decidiu fazer um grande investimento  para conquistar seu primeiro título neste século – Série B à parte. A diretoria considera que atendeu a rigorosamente a todos os pedidos do “homem que não nasceu para perder”.

E não aceita nada menos do que o título. Mas o discurso é de confiança. Assim, como o técnico, avaliam que o time jogou bem na quarta-feira, apesar de goleada sofrida para o Guaratinguetá.

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10 Respostas to “Prazo para Luxemburgo”

  1. JoaoBittar said

    Antes que o arguto e perspicaz RubensLeme diga,
    Agora Vai!!!!

    Isso me lembra aquele personagem do JoSoares que , de repente, comecava a responder a algum insulto ou fazer algum comentario, depois de ter ouvido a conversa muitas horas antes e em outro ambiente. Ninguem entendia a razao dos improperios e o gordo personagem explicava que tava se referindo a outro assunto.
    Alias, a declaracao oficial, sugere outras piadas

  2. Rubens Leme said

    Quero só ver Della Banana e Toninho Lexotan o cobrarem… Duvido.

  3. geraldo c araujo said

    Com um elenco constituído de jogadores como Lenny, Léo Lima, etc, qualquer expectativa de título não passará de… expectativa.

  4. Onofri said

    Realmente, o Parmera, como dizia meu finado pai, jogou muito bem, mas futebor é bola na rede… e o “homem que não nasceu para perder” sabe muito bem disso… ou não?

  5. Oloco, técnico com data de validade.

  6. JoaoBittar said

    Palmeiras anuncia Denilson.
    Tah bom pra vc. RubensLeme?
    Dizem que ele tah “voando” nos coletivos.
    Aguardo suas consideracoes de palmeirologo.

    Deve estar voando mesmo, João. Porque nos gramados ninguém o vê faz tempo.

  7. Nicolas said

    O Mano Menezes é também,outro técnico “que não nasceu para perder”. Afinal, quem empata não perde, não é mesmo?rs.

    Hahaha, mas não, Nicolas. O Mano Menezes nunca disse isso na vida, que eu saiba. Essa declaração do Luxemburgo, “eu não nasci para perder”, já o coloca como um candidato sério ao Prêmio Brincando de Vidraça 2008. O Barrichello, por razões óbvias, é o padrinho do prêmio e hors concours.

  8. Renato said

    O Palmeiras já está disposto a colocar seu planejamento em risco logo no ínicio, que beleza hein, quem será que errou?

    A questão do Palmeiras, Renato, é muito clara. O presidente Affonso Della Monica assumiu numa conjuntura política maravilhosa, pois sucedia a um presidente absolutamente odiado por quase todos, que era o Mustafá. Nessa situação, se ele tivesse porposto mudar a camisa do time, bastava dizer que o Mustafá era contra e todos o apoiariam (o exemplo é exagerado, claro).
    Mas esse Della Monica se revelou um Dom João 6º do Palmeiras, um rei que detesta governar. Não é uma questão só de ser democrático. Em quatro anos, não conseguiu dar uma cara à sua gestão.
    E de tanta burrada da diretoria, começou a diminuir a antipatia geral pela turma do Mustafá (mas não por este). A turma da situação não quis enfrentar a eleição de janeiro de 2009 sem ao menos um título. Por isso decidiu fazer o mais próximo que podia de “comprar” um título: contratou o técnico que quase sempre ganha alguma coisa (foi assim em 93, 94, 96, 98, 99, 00, 01, 03, 04, 06 e 07). Nos últimos 15 anos, ganhou títulos em 11 e num dos outros quatro estava na Espanha. Sabe político que faz um monte de obra em ano eleição? O Della Monica fez a mesma coisa. Só que as coisas podem não dar certo. Na política, às vezes não dá também.

  9. Renato said

    Se não der certo vai ser díficil o Palmeiras ser competitivo novamente, por causa do rombo que ficará.

  10. marcello said

    sei, não. mas acho que esse ano, cheio de factóides e marquetagens patéticas, está fadado a ser frustrante para o Parmera. A saída do C. Júnior e a chegada do Luxemburgo me parece um bocado com o Corintians-MSI do início: tinham um técnico que tinha o time na mão (M. Bitencourt), mas o dispensaram para contratar um técnico “experiente”, boquirroto e chegado a medalhinhas (A. Lopes) e deu no que deu, apesar do título brasileiro (ganho com as calças na mão e uma mãozinha do Zveiter).

    Concordo em boa parte contigo, Marcello. Acho que a questão no futebol brasileiro é que é muito difícil algum clube ter muito dinheiro para gastar e fazê-lo com competência. Em 15 anos, só me lembro de dois exemplos: o Palmeiras de 1993 e o Corinthians de 1998. Quase todos os times caros naufragaram ou pelo menos foram muito menos longe do que se esperava. Com esses contra-exemplos, daria para fazer uma obra do tamanho da Enciclopédia Britannica.

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