Além do Jogo

O blog do Marcelo Damato

Divirta-se – 13

Posted by Marcelo Damato em terça-feira, 19 fevereiro 2008

Uma das arbitragens mais polêmicas do Brasil, como Wright dando uma de Capitão Nascimento na final da Taça Guanabara de 1982

Anúncios

22 Respostas to “Divirta-se – 13”

  1. Conrado said

    Senhor Wright, o senhor é um fanfarrão!

  2. Betão da Cruz de Malta said

    Marcelo, o Wright e o Carlos Simon são os piores árbitros que já vi apitar(conjunto da obra). Além disso o Wright é o pior comentarista de arbitragem da TV.
    Não gosto nem de ver a cara desse indivíduo chamado Wright. Nesse episódio específico foi desleal, pois ele sabia que era gravado e os jogadores não. E que bravinho dentro de campo ele ein…
    A torcida do Galo gosta muito dele hehehe.

    Para mim, Betão, o pior deste episódio é que estragou de vez uma ferramenta disciplinar que poderia ter sido excelente. Os árbitros poderiam entrar em campo com um gravador, mas com um propósito inverso do usado pelo Wright. Em primeiro lugar, não seria secreto. Todos os jogadores saberiam todos os jogos que estariam sendo gravados. Não haveria surpresa. Em segundo lugar, o áudio jamais poderia ser divulgado para a mídia. Após o jogo ele seria guardado e enviado ao tribunal esportivo. No caso de acusação de ofensa do juiz contra o jogador ou do jogador contra o juiz, ali estaria a prova. Se não houvesse acusaçã, o arquivo seria apagado. Sabendo que não seriam gravados, árbitros e jogadores se xingariam menos. Estudei isso há uns dez anos, mas mesmo 15 anos depois do episódio Wright ninguém queria ouvir falar em gravador. E hoje já não teria a mesma ajuda. A quantidade de ofensas em campo caiu muito, quase não se vê mais jogador reclamando disso.
    Aliás, vendo os jogos até o começo dos anos 90, o que me impressiona é a indisciplina dos jogadores e dos próprio árbitros – que tentam sempre aparecer mais que os jogadores. Aquilo era um circo. Nesse ponto, o futebol melhorou muito.

  3. JoaoBittar said

    Boa Betao!!! Resumiu bem.
    Eu acrescentaria que o elemento supra citado conseguiu seu empreguinho de comentarista de arbitragem, exatamente neste dia. A TV, eh onde ele reproduz e justifica seu estilo equivocado de trabalho. Desinforma e distorce. Anti-jornalismo.

    Por esses e outros, cada vez mais assisto futebol na TV
    SEM SOM.
    Especialmente na TV aberta, onde nao abro excecao.
    Deixo de ouvir o rumor que vem das arquibancadas, que eh importante, mas nao sou obrigado a ouvir besteiras, descricoes e interpretacoes equivocadas e aumentar o teor de stress e
    irritacao com a vida, ao ver futebol na TV. Nao sou obrigado a esse suplicio. Ouvir JRWright, soh sem querer e por alguns segundos.

  4. Rubens Leme said

    não vai postar as colunas?

    Rubens, o editor-chefe do Lance está em viagem e quero avisá-lo antes de começar. Estou esperando a resposta a um e-mail.

  5. hugo said

    Wright was wrong.

  6. Maurício Souza said

    Marcelo, você disse que o circo acabou? Basta ver uma partida do Simon. Aliás, basta ver o apito final do jogo que já é o suficiente (naquele momento que o Simon parece que vai cuspir os dois pulmões a mais de 15 metros de distância quando dá o apito final).
    E concordo com você, Marcelo. As gravações, em sigilo, poderiam ser usadas para o julgamento dos jogadores, ao invés da fórmula atual, em que o juiz faz o que quer com sua súmula.
    O mais triste é que os árbitros, depois de serem péssimos, viram comentaristas de arbitragem… e pior: tem um deles, que depois de ser um dos piores árbitros da história, é (ou foi, não sei ao certo) simplesmente o presidente da comissão de árbitros da CBF.

  7. Mario Henrique said

    Esse episódio – se visto com o devido distanciamento – é muito mais engraçado que a cena do Otávio Augusto em Boleiros, quando ele faz o juiz que não admite o pênalti perdido. O ponto alto da grotesca comédia globo-wrightiana é o Adílio dizendo: “Pô, a gente viu que tinha alguma coisa errada. O Wright não era disso…”

  8. Emerson Figueiredo said

    O Eurico tentou até anular o jogo por causa da gravação. Achei uma tremenda sacada dos jornalistas. Não foi muito correto com os jogadores, mas deu um tempero à cobertura da final. Não gosto da idéia de este instrumento passar a ser usado em todos os jogos. Com as câmeras cada vez mais potentes e espalhadas em campo, com a leitura labial do Fantástico e os microfones espalhados ao lado do campo, o futebol está virando um Big Brother. Nem palavrão o técnico pode falar ao lado de campo. Assim, vai virar esporte de normalistas.

    A propósito, tenho todas as restrições que vcs têm ao Luxa. Mas perecebam que, aos poucos, o Palmeiras está mudando de cara. Acho que o time tem tudo para ganhar o Paulistão deste ano. O Luxa tem seus problemas, mas sabe montar equipes.

    Emerson, do ponto de vista dos jornalistas já não achei grande coisa, pois o fato de o árbitro saber que está sendo gravado, distorce completamente o seu comportamento. Mas, do ponto de vista do futebol, foi um absurdo. O Wright, com quem tive muito contato no Lance, sabe dessa minha posição. Quanto mais eu analiso o fato, mas eu o acho absurdo. Acho que ele deveria ter levado uma suspensão tremenda. Ele não só traiu a confiança dos jogadores, como traiu a confiança da federação, que não sabia de nada. Isso não poderia ter sido tolerado. Imagine como seria se um jogador tivesse levado o gravador e tivesse mostrado um árbitro xingando feito um maluco, ou tentando acomodar, ou mostrando receio?
    E sobre palavrão, por que tolerá-lo para técnico. Em que ambiente de trabalho se toleram palavrões como acontecem na beira do campo? Se um técnico precisa gritar “caralho!” para ser obedecido, é porque já perdeu pelo menos parte do respeito dos jogadores, não acha?

  9. Scipião Alves said

    Quem é um pouco “coroa” deve lembrar daquela decisão FamengoxAtlético, quando expulsou quase o time inteiro do Atlético.
    O Wright e o Godoy foram horriveis como árbitros e conseguem ser piores como comentaristas.
    NUm Palmeiras X Vasco o Godoy travou o cronômetro e o jogo foi até aos 52 minutos …. o Vasco atacando e dando chuveirinhos e o homem não acabava o jogo.

  10. Scipião Alves said

    Essa idéia de o árbitro portar um gravador é ótima. Vai acabar com as acusações mútuas de desrespeito.
    Outra coisa que poderia ajudar os árbitros: Acoplar uma mini-camera de tv na testa do juiz. Assim seria mostrado, nos lances duvidosos, a real visão do juiz o que poderia isentá-lo de culpa em casos de lances duvidosos. Não seria crucificado como é hoje quando o lance é mostrado de 5 ângulos diferentes e, covardia, em CÂMERA LENTA. Depois de repetir o lance 3 ou 4 vezes… o comentarista entendido.. estufa os peitos e diz: O Juiz errou!!!! Ele é fraco!!!!

  11. geraldo c araujo said

    O que mais me impressionou foi a quantidade de vezes em que o Wright repetiu “acabou, acabou”, “vai levar vermelho” e não deu vermelho nenhum. Fosse hoje em dia, com a quantidade de marginais travestidos de jogadores de futebol (e me eximo de citar alguns, para não ter meu post excluído), as ameaças não concretizadas acabariam tornando o jogo num festival de pancadaria impune. Felizmente, naquele tempo, o palavrório era dirigido a Geovani, Roberto Dinamite, Junior, Adílio, Zico, todos praticantes de futebol e não distribuidores de ponta-pés.

  12. Emerson Figueiredo said

    Foi sacanagem com os jogadores. Mas deu uma saborosa reportagem e uma repercussão boa para os autores da idéia. O palavrão deve ser aceito. Faz parte da tensão e do calor da disputa. Quando o futebol virar uma reunião de monges, perderá totalmente a autenticidade. Eles falam palavrão, como nós falamos em vários lugares. E eu, nas peladas e nas arquibancadas, falo palavrão -evidentemente observando as regras de convivência. Acho que esta “limpeza” do futebol vai acabar com a graça.
    Nem sempre o técnico precisa gritar caralho para ser respeitado. Mas a ênfase de um palavrão vale mais do que mil discursos.

    Emerson, na Inglaterra, Alemanha, Espanha, França, Itália, os técnicos não berram palavrões à Luxemburgo ou à Leão e não me parece que o futebol de lá não seja autêntico. Aliás, hoje em dia, os técnicos falam muito menos palavrões do que antes e isso não deixou o futebol pior. Palavrão é apenas uma questão de hábito, para não falar de educação.

  13. João said

    Esse é foi dos melhores episódios que já houve no futebol e mostrou como as coisas acontecem dentro de campo, lembrando que isso foi em meados dos anos 80, quando não havia qualquer aparato tecnológico para rastrear diálogos. Os vascaínos, eternos fregueses do Fla, acham que o microfone interferiu no resultado da partida. Coisas de português!

    Discordo, João. Isso foi um dos maiores absurdos que já houve. Estabeleceu uma relação desigual entre o árbitro e os jogadores. Foi uma tremenda deslealdade. Mostrar o que os jogadores falam durante a partida não tem problema nenhum, mas, como se diz, a regra tem que ser igual para todo mundo. O que você acharia se o gravador estivesse com um jogador do Vasco?

  14. Anísio FC said

    Não gostava do Wright árbitro, não gosto do Wright comentarista na TV, não gosto do Wright colunista do Lance! (Deve ser o único colunista que não leio, até o Benja, que sempre é óbvio e imediatista, eu leio…) e não gostei do Wright ator, o Adílio disse tudo aí mesmo…

  15. Betão da Cruz de Malta said

    Concordo com o que vc escreveu Marcelo, o gravador poderia ser usado sim, se todos soubessem, nos jogos de futebol. Valeu Joao Bittar pela citação.
    Pra encerrar um comentário: “Coisas de português”??O que seria isso??O cara foi infeliz demais.

  16. João said

    Por acaso o microfone fez o gol?

  17. Emerson Figueiredo said

    Tenho pouca coisa a copiar do futebol da Alemanha, Espanha, Inglaterra, França e Itália. O grande diferencial deles em relação a nós estpá no poder aquisitivo da economia e na organização de venda de carnês. De resto…..

  18. Betão da Cruz de Malta said

    Eu nem deveria responder,mas, João, vc sabe ler? Onde eu coloquei culpa em árbitro por essa derrota no meu primeiro comentário?Não mude de assunto.
    “Coisas de português” é preconceito, vc foi preconceituoso.

  19. nelson jr said

    O que nos aborrece e surpreende é que essas tristes figuras fizeram e aprontaram e ainda tem a cara de pau de comentar arbitragem na TV. Tenha a Santa Paciência! Assisto aos jogos com a tv no mute e ouço pela internet ou rádio.
    Como Atleticano detesto esse mala.

    E tem motivo para isso, Nelson. O que ele fez com o Atlético em 1981 foi brincadeira. E me responda uma coisa: o que os atleticanos acham da arbitragem da final do Brasileiro de 1980? É verdade que é muito contestada?

  20. nelson jr -uberlândia said

    Caro Marcelo, obrigado pela atenção. Vc bem sabe que meu time foi o mais roubado.Nunca na história desse…rssss – “cruz credo” disconjura, como dizemos aqui em Minas.

    Na final de 80 (tenho 37 anos e tenho vários DVDs) vc assiste o gde. Reinaldo tomando porrada o tempo todo, jogando na raça, a torcida gritando ‘bichado’ ‘bichado’, e a fera vai lá e marca o gol heroíco. Precisou de um juiz para tirá-lo de campo. José Assis Aramengão.
    Foi depois desses apitaços que o flamengo se firmou como o time de maior torcida. Meu ATLÉTICO MINEIRO de 1980: João Leite, Orlando (Silvestre). Osmar, Luisinho (Geraldo) e Jorge Valença; Chicão, Toninho Cerezo e Palhinha; Pedrinho, Reinaldo e Éder Aleixo. Técnico: Procópio Cardoso.
    O Brasileiro de 1980 e a Libertadores de 1981 foram descaradamente roubados.O Galo tava entre os melhores nessa época e só não foi campeão por ser tungado. São tristes exemplos: roubo escandaloso de José de Assis Aragão na final do Brasileiro de 1980, quando expulsou Reinaldo ao fazer o gol de empate que daria ao Galo o título nacional; o roubo covarde de José Roberto Wright ao expulsar meio time do Atlético nas eliminatórias da Libertadores de 1981, no Serra Dourada, também contra o Flamengo. O mala do Marcio Rezende na final de 99 contra o Corinthians – tal do Indio botou a mão na bola dentro da área. Todo mundo viu. E mais recentemente o roubo vergonhoso do Sr. Simon ao não assinalar um pênalti claro para o Galo contra o Botafogo, aos 46 minutos do segundo tempo, em pleno Maracanã, por uma vaga nas semifinais da Copa do Brasil 2007. Sofremos Marcelo, não é fácil estar fora do eixo rio-sp. Obrigado pela oportunidade da catarse, rssss. Vamos em frente.

    Caro Nélson
    , obrigado por sua opinião. Não vou discuti-la, porque essa seria mais uma discussão infinita (e porque concordo contigo em alguns pontos). Abraço

  21. João said

    Que gol do Adílio, hein? Quase sem ângulo.

    E o narrador: “Flamengo, pentacampeao da taça Guanabara …”

    rssss

  22. Lucas Camargo said

    Prezado Nelson

    Não vou discutir suas opiniões quanto às arbitragens, mas dizer que “Foi depois desses apitaços que o flamengo se firmou como o time de maior torcida” (isso mesmo, com Flamengo com f minusculo), é no mínimo, risível.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

 
%d blogueiros gostam disto: