Além do Jogo

O blog do Marcelo Damato

Brincando de vidraça – 14

Posted by Marcelo Damato em terça-feira, 26 fevereiro 2008

“Não é por prepotência nem nada disso. Mas eu não tenho necessidade de provar nada. Todos me conhecem e sabem o que eu posso render.”

Betão, zagueiro do Santos, negando que o gol tenha sido uma resposta aos críticos.

80 Respostas to “Brincando de vidraça – 14”

  1. Rubens Leme said

    Deixa o Betão em paz, Marcelo. Ele é ruim, mas tem gente bem pior que ele.

    Eu tento, Rubens, mas ele pede. E você tem de reconhecer que eu jogo sempre limpo. Se tivesse deixado apenas as duas últimas frases, o efeito seria muito pior. Mas, voltando ao Betão, um cara que falha em cinco gols não pode botar banca porque faz um.

  2. Rubens Leme said

    O Betão é horroroso, mas tem a seu favor ser um cara gente boa, não é traíra e tenta melhorar.

    Agora vc viu esse isso no blog do UOL? Na matéria mostra a foto do treino com o tal Taylor solando um companheiro… Não é à toa que foi ameaçado de morte por torcedores do Arsenal.
    Veja

    “Apenas três dias depois de provocar a fratura da perna esquerda do brasileiro naturalizado croata Eduardo, jogador do Arsenal, o zagueiro Martin Taylor, do Birmingham City, parece não ter assimilado a lição de como abordar jogadores adversários em disputas pela bola.
    “Em foto do treino do Birmingham City nesta terça-feira (publicada pelo tablóide inglês The Sun, com a manchete: “Taylor ainda não aprendeu”), o zagueiro volta a levantar a perna em disputa de bola, no lance que o tornou ilustre no universo do futebol desde o sábado passado.
    “Fora dos campos, Taylor mostrou arrependimento pela contusão provocada em Eduardo, que passou por cirurgia e deverá encarar longo processo de recuperação. Os médicos do Arsenal estimam que o atacante da seleção croata volte a atuar profissionalmente em nove meses. O jogador do Birmingham visitou o brasileiro no hospital para pedir desculpas.”

    Rubens, sobre o Betão, só tenho a dizer o seguinte. Eu também sou gente boa, sempre tentei melhorar, mas nem tentei ser profissional.
    Sobre o Taylor, há um erro aí. O Taylor não foi com o pé alto no Eduardo. Pelo contrário ele o acertou numa solada quase rasteira. Com o pé alto não se quebra o tornozelo de ninguém.

  3. Rubens Leme said

    Vale tb essa nota de Dunga assistir ao treino do Grêmio ao lado do Celso Roth. Um ex-colorado sendo bem recebido no Olímpico… he he

    Minha dúvida é: foi ver o treino ou convidar o Roth para ser um de seus assessores? Já imaginou o Roth como “espião” de adversários e ter que desenhar esquemas táticos? Mama mia…

    Você se tortura demais, Rubens. Precisa controlar sua imaginação, hehehe

  4. Emerson Figueiredo said

    Eu adoro essas unanimidade do futebol: 1) RC é um semideus; 2) Felipão é o máximo; 3) Luxa é culpado por tudo que acontece de ruim no futebol e na novela das 20h. Agora, o Betão. Ele jogou bem um bom período no Corinthians e foi campeão brasileiro. Quando formaram o pior time da história recente do clube, todos só se lembraram de pegar no pé do Betão. No Santos, ele joga ao lado de Evaldo, Domingos e Adaílton! E mesmo assim pegam no pé dele. Como a unanimidade é coerente na burrice, se ele fosse para o São Paulo (que quis seu passe), talvez se tornasse um talento escondido, e redimido pela incomparável inteligência dos dirigentes são-paulinos.

    Emerson, é impressionante como discordamos. No Brasileiro 2005, entre pênaltis bobos e gols contra, o Betão deve ter cometido uns cinco. No Santos, ele falhou em cinco gols. Nos dois primeiros jogos do Santos, o Evaldo parecia o Beckenbauer comparado a ele. O Betão é um zagueiro que não ganha nenhuma pelo alto. Quando ninguém falava mal dele, já achava uma droga.

  5. Orlando said

    Mas ele têm razão, todos o conhecem e sabem o que pode render.

    Disso não há dúvida, Orlando. Ninguém pode chamar o Betão de enganador. Ele não engana ninguém.

  6. hugo said

    Opa! Injustiça colocar o Domingos e o Adaílton ao lado do Evaldo! O Domingos já faz parte do folclore santista e meio que é o nosso xodó (está para nós meio como o Obina para os flamenguistas – sabe aquele grosso esforçado que às vezes acerta?) e gosto do Adaílton, não acho ele ruim, não (além de me parecer mais inteligente e articulado do que a média, pelas poucas entravistas dele que já ouvi – nada a ver, mas achei que valia a pena citar).

    Apesar da minha simpatia por ele, eu acho Adaílton não ruim, Hugo, mas horrível. Bate como o Zé Elias, falha como o Baré (ooops, ninguém falha como o Baré), quero dizer, como o Betão, possui o tempo de bola do Wilsão, e tem uma saída de bola de peru bêbado. Se ele é inteligente e articulado, então deveria ter sido professor.

  7. Emerson Figueiredo said

    Hugo,
    Vc certamente conhece mais o Santos do que eu. Por isso, dou o direito à dúvida ao Adaílton. Mas os outros dois (em que pese o fato de o Domingos ser xodó da torcida) são de doer.

  8. Anísio FC said

    Perto do Evaldo o Betão é uma mistura de Oscar e Luís Pereira!
    Pros mais novos é um mix de Cannavaro e Gamarra.

    Para mim, é o contrário, Anísio. Perto do Betão, o Evaldo é que é um Beckenbauer. Desde a estréia contra a Portuguesa, os gols de cabeça contra o Santos são sempre em cima do Betão.

  9. Rubens Leme said

    Brincadeira, Anísio, comparar Cannavaro e Gamarra ao Oscar e Luís Pereira!

  10. Emerson Figueiredo said

    Sacanagem é comparara Gamarra a Cannavaro, Oscar e Luís Pereira

  11. Anísio FC said

    Rubens…
    Foi só pra situar o povo mais novo!
    Ah! Eu prefiro Oscar e Luís Pereira!
    HEHEHEHEHEHEHE!!!

  12. Rubens Leme said

    Pelo amor de Deus, Oscar e Luís Pereira 1000 vezes de olhos fechados. E sobre Betão ser os dois perto do Evaldo, então…

  13. Emerson Figueiredo said

    Prefiro Gamarra sozinho num esquema 1-3-6 do que Cannavaro, Luís Pereira e Oscar num 3-5-2

    Isso nem o Gamarra prefere, Emerson. Você quer matar o paraguaio…

  14. Rica said

    Quem mandou lhe darem asas de seda, ele pensou que podia voar!

  15. Rubens Leme said

    Cada louco com sua mania, Emerson. Talvez vc queira alguém como o Oswaldo Oliveira ou o Celso Roth como treinador desse timaço…

  16. Emerson Figueiredo said

    O Oswaldo Oliveira foi campeão brasileiro, paulista e mundial pelo Corintrhians. Levou o Vasco às finais da Copa João Havelange e da Mercosul. Tirou o Fluminense da condição de time-piada e o colocou nas semifinais de um Brasileiro. Acho que ele tem currículo. Se andou mal por outros times, o problema é outro. Mas não pode ser tratado como um zé ninguém.
    Ainda mais num país que louva o antijogo do Felipão.

    Emerson
    , o Oswaldo é ruim para chuchu. Naquele time campeão mundial, o técnico se chamava Freddy Rincón. Era ele que liderava o time.
    O Oswaldo só não pode ser chamado de o pior acertador de defesa do futebol porque para isso seria preciso compará-lo com qualquer outro técnico e seria uma tremenda injustiça com este.
    No Vasco 2000, ele estava enterrando o time. O Vasco fazia quatro gols e levava quatro. Ele não conseguia liderar a equipe. Os jogadores não se entendiam. Quando chegou o titio Joel, falou o que os caras entendiam e o time se acertou
    Para não ficar nenhuma dúvida da competência do Oswaldo, basta ver sua última passagem pelo Flamengo. Com ele, o time estava perto de ser rebaixado. Aí ele foi embora e no lugar deixou o irmão, que jamais havia treinado um time. E o Flamengo acertou a defesa e subiu umas oito posições na tabela.
    Ele só poderia mesmo ser campeão no Japão. Lá não importa quem seja o técnico, os jogadores não entendem mesmo, hehehe.

  17. Emerson Figueiredo said

    Vc acha que queCannavaro, Luís Pereira e Oscar jogaram melhor que Gamarra? Desculpe, mas eu é que tenho que dizer: cada louco com a sua mania.

    Cuidado com as palavras, Emerson. Você é jornalista e sabe que palavras escritas ferem muito mais.

  18. Rubens Leme said

    Como eu disse, cada louco com sua mania… Fique no seu 1-3-6 com O. O. como treinador que prefiro um bom 4-4-2 com Luís Pereira e Oscar, ainda que um deles tenha que jogar pelo lado esquerdo…

    Eu fico com o seu time, Rubens. Para fazer funcionar um time com o Oswaldo de técnico e apenas um zagueiro só se esse se chamasse Deus. Nem Jesus Cristo daria conta. Pensando melhor, gostaria de ver um time assim. Pois acho que se resolveria o enigma da Santíssima Trindade. Sabaríamos de vez se Deus é uno ou trino.

  19. Anísio FC said

    E um dos melhores quarto-zagueiros de todos que vi jogar, quando jogou no meu time – treinado pelo Leão e fazendo dupla com Toninho, o Cecílio -, o Darío Pereyra, não jogou nada?

    O Darío foi muito bom, Anísio, e acho que estão esquecendo também do Aldair. Para mim, foi o melhor quarto zagueiro que o Brasil já teve (há que se lembrar que essa posição só apareceu no Brasil no final dos anos 50
    , quando acabou a Diagonal).

  20. Emerson Figueiredo said

    fazer o quê?

  21. Anísio FC said

    Oswaldo Oliveira? Celso Roth?
    Pro time do Emerson Figueiredo? Não… Tem que ser o Wanderley e seu Instituto (Isso não dá nome de banda de rock?).

    Prefiro Wanderley e suas Manicures, Anísio

  22. Rubens Leme said

    Anísio, Darío Pereyra veio pro Palmeiras já com 33 anos, problemas no joelho, ficou um tempão machucado e ainda teve problemas com o Leão. Mas até que ele jogou algumas boas partidas. porém anos-luz do que jogava no seu auge.

  23. Rubens Leme said

    Emerson, seu caso não é de psiquiatra, não. É apenas de falta de conhecimento de futebol.

    Nem imagino quais seja os outros jogadores do seu time. Será que tem Ronaldo Soares Giovanelli no gol, Elias na lateral, Leandro Silva na outra, Marcelinho batendo pênalti…

  24. Emerson Figueiredo said

    Dario Pereyra foi para o Palmeiras num time de masters que teve Reinaldo e Eder. Mas foi um grande jogador, do nível de Gamarra. Agora, onde vocês estavam nos anos 90? Não viram Gamarra na Copa e no Corinthians -quando foi apontado o melhor jogador do Brasileiro? Vi o Luís Pereira jogar desde que ele saiu do São Bento para o Palmeiras. Era um grande zagueiro, mas inferior a Gamarra e a Dario Pereyra. Oscar foi um grande zagueiro, mas nada que se compare aos dois gringos. Creio que vcs devem ser jovens demais ou passaram a se interessar por futebol com a idade avançada.

  25. Emerson Figueiredo said

    Rubens,
    Pelos seus comentários, ser acusado de falta de conhecimento é até elogio. É impressionante como vcs mantém uma opinião deste tipo só por birra.

  26. Rubens Leme said

    Tá vendo como não sabe nada de futebol? Reinaldo foi pro Palmeiras em 85, fez 10 jogos e foi embora. Eder veio em 86, jogou pouco e foi embora. Darío veio apenas em 89, após sair do SP em 87 e passar pelo Fla em 88.

    Sobre suas considerações a Luís Pereira, digo só um nome: Pelé. Para ele, Luís Chevrolet foi um dos 3 maiores zagueiros que enfrentou. PELÉ.

    E, em termos de gringos, ninguém foi melhor que Elias Figueroa.

    Mas, como eu disse, é falta de conhecimento, apenas. e excesso de corintianismo.

  27. Emerson Figueiredo said

    Imagino que na reserva de Luís Pereira e Oscar, vc queira Darinta e Tonhão. Com Ivan e Sérgio se revezando no gol.

  28. Rica said

    Ôh Emerson F, não diga uma coisa dessas , Luís Edmundo Pereira era um cracasso, suas subidas ao ataque eram fatais. Sobre Darío, idem.

  29. Emerson Figueiredo said

    Você deve conhecer futebol por álbum de figurinhas. Aliás, o Palmeiras era tão patético e inexpressivo nos anos 80 que não é demérito confundir datas. Conhecer o Palmeiras não significa conhecer futebol. Não sei onde vc leu isto que o Pelé falou do Luís Pereira. Deve ter sido o 100º a ganhar este elogio, como Bobby Charlton, Luís Carlos e por aí vai.

    Emerson, você está chegando ao nível das ofensas. Está passando dos limites.

  30. Emerson Figueiredo said

    Rica,
    Nunca disse que o Luís Pereira foi grosso. Só digo que Gamarra foi melhor.

  31. Rubens Leme said

    Com Luís Pereira e Oscar, qualquer um poderia ser reserva. Sabe quem era o reserva imediato de Oscar e Darío Pereyra? Gassem, um grosso. Mas sempre ia razoavelmente bem, porque ao seu lado sempre tinha um dos dois. O diabo é quando faltava os dois

    E você ia querer quem no seu time? Leandro Silva, Elias, Bernardo, Zé Elias, Mark Williams? Mas vá lendo o blog do Marcelo… quem sabe algum dia você aprende algo sobre futebol.

    Calma, Rubens. Isso aqui é só para debater. E não ponha o Bernardo nessa lista. Ele foi um jogador que se perdeu, mas quando começou no Marília e nos primeiros tempos de São Paulo, jogava bastante bem. E essa lista nem arranha os piores do Corinthians (e do Palmeiras) que eu já vi. O pior de todos, de todos os tempos, de todos os países, de todos os esportes, de todas as atividades humanas e não humanas, incluindo seres pluricelulares e unicelulares, foi o zagueiro Baré, que jogou com o Mário Sérgio. Baré protagonizou a única vez que vi um técnico chorar – de desespero – num treino tático. Se são Tomás de Aquino tivesse conhecido o Baré não teria escrito as Dez Provas da Existência de Deus.

  32. mh said

    Betão?
    Quem é Betão?

  33. Anísio FC said

    Mas Emerson, você mesmo citou que é opinião e opinião é coisa absolutamente pessoal, claro que a gente até discute e brinca com isso, mas é claro que se respeitam opiniões.
    O Gamarra e o Cannavaro não têm tamanho de beque do futebol atual e até por isso devem ser tratados como fenômenos, mas acho que Luís Pereira e Oscar – nessa ordem – jogaram mais.
    Ah! Eu gostava bastante do goleiro Ronaldo, achava-o muito parecido ao Leão nos seus bons tempos…

  34. Rica said

    O Gamarra pra mim sempre foi um bom zagueiro, me lembrava a fineza do Roberto Dias que roubava uma bola sem levantar uma grama sequer.

  35. Rubens Leme said

    É sim, Emerson, conheço futebol por álbum. E assim mesmo, passei três anos editoria de esportes, na Folha de S. Paulo, fiz parte da equipe inicial do Lance! e escrevi para Placar, Brasil On-Line e outros órgãos.

    Mas conhecedor deve ser você. Aliás, é um milagre que seja alfabetizado.

    Rubens, você também. Mais cuidado.

  36. Emerson Figueiredo said

    Seus argumentos são muito fracos, Rubens. Estamos falando de jogadores de ponta. Não adianta esta provocação citando jogadores ruins que andaram pelo Corinthians. Não é esta a discussão que estou travando. Além disso, seria covardia relacionar os jogadores que defenderam o Palmeiras de 77 a 91. O que digo é que Gamarra foi melhor que Oscar e Luís Pereira. Está no nível de Dario e Figueiroa, ou seja, bem acima que os outros dois.

  37. Emerson Figueiredo said

    Desculpe, Rubens, mas meu currículo é superior ao seu. Não entremos neste nível de discussão.

  38. Anísio FC said

    O Gamarra também fazia o Batata jogar!
    E Alfredo Mostarda foi até pra seleção às custas do Luís Pereira.
    Já Oscar e Darío era uma dupla bem mais completa.

    Sem dúvida, Anísio. E o Batata era o verdadeiro jogador mandioca. Corria tanto quando um boneco de pebolim (totó, para os cariocas).

  39. Rubens Leme said

    ah, tenho certeza que sim, Emerson. Sua ignorância é imbatível.

  40. Emerson Figueiredo said

    Anísio FC,
    Claro que tudo é questão de opinião. Você pode defender o Luís Pereira e o Oscar e certamente vai conseguir argumentos sólidos para isto. Mas os dois defenderam times muito fortes, além da seleção brasileira. Gamarra, baixinho, era um craque jogando pelo Paraguai. Teve um período antológico no Corinthians. Passou meses de Campeonato Paulista, Copa do Brasil, Brasileiro e Copa do Mundo sem fazer uma falta, e jogando muito bem. Não pode ser considerado inferior.
    Obs.: o Ronaldo foi um dos três melhores goleiros do Brasil em sua época.

  41. Rica said

    Mas Gamarra era zagueiro e só, Luis Pereira, Roberto Dias, Bobby Moore eram zagueiros de tecnica que sabia sair jogando e até avançar na área adversaria.

  42. Emerson Figueiredo said

    Rubens,
    Se vc não tem condições de levar um debate sem agressão pessoal, lamento. Mas seu currículo como jornalista é comum. Conheci vários. E, tenha certeza, o meu é infinitamente superior. Até como chefe nos lugares por onde vc passou. Mas esta discussão é infantil demais.

    Calma, Emerson. Você o chama de infantil e faz a mesma coisa. Isso está parecendo disputa de menino para ver quem tem o pinto maior. E ninguém venha falar disso aqui!!!, hehehe

  43. Emerson Figueiredo said

    Rica, o Gamarra cansou de armar jogadas. Teve lances bonitos de condução da bola da área de defesa até o ataque. Não digo que os outros não tiveram valor. Mas se eu tivesse dinheiro hoje para contratar um zagueiro apenas, e tivesse todos os citados acima como opções, ficaria com Gamarra. De positivo, ficaria o fato de nós não concorrermos pelo mesmo jogador rsrsrsrs. brincadeira.

  44. Rica said

    Eu digo em proporções de carreira com sequências e especialidades. No seu curriculum o que ficou marcado foi a sua habilidade e segurança na defesa, já os outros citados idem, só que suas habilidades extras os acompanharam em suas vidas como jogadores.

  45. Rica said

    Gamarra também ficou marcado por não fazer nehuma falta em jogos de Copa do Mundo até a desclassificação de sua seleção , já Bobby Moore fazia algumas faltas mais conduziu sua seleção ao triunfo.

    Embora não se possa medir a qualidade de um jogador pelas conquistas do time (pois o esporte é coletivo), concordo com a sua idéia, Rica. Em certo momento, houve muito deslumbramento com o Gamarra. Ele jogou por um período realmente muito bem, mas já o estavam colocando como o novo Domingos da Guia.

  46. Rica said

    Não podia esquecer do Ronald Koeman…

  47. Rubens Leme said

    É tão infantil que você nem sabe mais o que argumentar. Depois de Éder, Reinaldo e Darío Pereyra, juntos no Palmeiras, vou dormir.

    Vai ver você acha também que Rivellino, Sócrates e Luizinho Pequeno Polegar atuaram juntos no seu time…

    Depois marcamos um jogo do seu time contra o meu… Mas quero Marcelinho, Dinei e Vampeta como batedores de penais! Vai ser moleza.

  48. Emerson Figueiredo said

    Ok. Sua resposta foi vencedora. Encerremos a polêmica.

  49. Rica said

    Aí você está apelando Marcelo. Baré?! Esse era uma mistura de tudo de ruim do futebol.

    Baré não era mistura de nada, Rica. Se fosse uma mistura, haveria ao menos um pouquinho de qualidade. Mas nele, não. O Baré era a ruindade em estado puro.

  50. mh said

    Emerson, Rubens, Anísio, Rica, todos…
    Quem foi o PIOR zagueiro do Brasil em uma Copa?

    Pra mim (considerem de 70 pra frente) foi o Amaral, 78.

    O melhor, Oscar, 78.

    Abraços,

    O Amaral, de 78, Mario? O Amaral jogou muito em 1978. Salvou dois gols em cima da linha. Aliás, o Brasil em 1978 quase não tomou gols. O pior foi o JB em 1998

  51. Rica said

    kkkkkkkkk
    Você têm razão Marcelo, o Baré era um miserável. Agora o Amaral era aquele zagueirão butinada pra frente, um guerreiro.
    Não sei até hoje quais foram os métodos usados por Junior Baiano integrar aquela seleção. Não sei se ele vendeu a alma pro capeta ou fez macumba ou o que, só sei que ele estava lá, ainda por cima com as costas pesadas pelo boato de que era ele o jogador amiguinho da Vera Verão, hihihi.
    E como eu pude me esquecer do Domingos da Guia, o divino mestre, esse sim jogava o fino da bola, poderiam até chama-lo de “Mestre divino, o fino”.

  52. JoaoBittar said

    UAU!!!
    PERDI O FOLEGO LENDO OS DEBATES BOLAS.

    MARCELO, VC. ESTA INFERNAL HOJE!!!!
    FOI O RUBENS LEME E O EMERSON FIGUEIREDO FAZENDO A PRELIMINAR DE DOMINGO QUE TE INSPIRARAM?.
    IMPRESSIONANTE!!!
    ESTOU SINCERAMENTE DESLUMBRADO. ME DIVERTI MUUUUITISSSIMO COM TODOS COMENTARIOS, MUITO BOM!!!

    POR FAVOR, NAO ESTOU IRONIZANDO NAO, TEMOS AHI EM CIMA UM SHOW DE TEXTO , DIVERSAO INFORMACAO E OPINIAO DA MELHOR QUALIDADE, E ATEH A BRIGA ( EF X RL ) FOI NUM NIVEL EXCELENTE, INFANTIL NA MEDIDA PRA TER A GRACA QUE SE PRECISA TER AQUI. PARABENS!
    ( e esqueceram o RogerioCeni, como rpevia no post de domingo sobre os dois e o classico vinsouro, que bom !!! )

    AQUI NAO EH FACIL NAO, MUITO BOM ESSE BLOG!!!

  53. Rica said

    Eu também não gosto de fazer esse tipo de avaliação, se os jogadores são bons merecem estar num mesmo patamar, agora os ruins… Sai pra lá Baré.

  54. Emerson Figueiredo said

    Depois das broncas que levei, deveria manter silêncio penitencioso. Mas não resisto: O Baré não seria nada sem o Embu. O concurso poderia ser sobre a pior dupla de zaga da história: Deda e Darinta? Arlindo e Paranhos? Embu e Baré? Daria para fazermos uma lista longuíssima.

    O importante é que temos alguns poucos grandes zagueiros brasileiros a citar em anos de história. Nunca foi nossa especialidade. A maioria dos zagueiros importados fizeram sucesso em nosso país: Gamarra, Daryo, Ramos Delgado, Ancheta, Figueiroa, Daniel Gonzales e por aí vai. Esqueçamos os fracassos de Sebá Dominguez e Taborda. Os meias e atacantes de fora que aqui fizeram sucesso precisavam ser realmente acima da média: Pedro Rocha, Madurga, Doval, Romerito, Tevez etc.

    Sempre fomos um país do meio de campo para frente. Na minha época, só jogava na defesa ou no gol aqueles meninos que tinham comprovada falta de habilidade. Há alguns anos viramos especialistas em goleiros e passamos a revelar bons zagueiros. É aparentemente uma evolução. Mas também uma consequência de esquemas usados em Copas, as grandes definidoras de tendências no futebol. As posturas do Brasil em 74, 78, 90 e 94 fizeram o Brasil jogar mais atrás. A ponto (esta foi também uma unanimidade “inteligente” que perdurou por algum tempo) de Telê Santana ser chamado de ingênuo e tolamente romântico por muitos.

  55. Rubens Leme said

    Bom, eu também levei bronca mas vou encerrar esse post de maneira britânica (mais pra Bobby Charlton do que o que quase matou o Eduardo).

    Não acho que tivemos poucos bons zagueiros. Pelo contrário. Poderia lembrar aqui de Domingos da Guia, Bellini, Mauro, Aldair, Oscar, Júlio César, Mauro Galvão, Roberto Dias, Luís Pereira, etc. Mas concordo que somos lembrados muito mais pelos meias e atacantes.

    Sempre revelamos bons goleiros tb, desde a década de 40. Taí Oberdan, Barbosa, Castilho para confirmarem. Ou até o imortal Eurico Lara, das décadas de 20 e 30 (é isso?).

    Entre os gringos que citou faltou um: Artime. Sabia que antes de aparecerem Maradona e Batistuta era Artime o maior artilheiro da seleção argentina em todos os tempos? Pena que ficou tão pouco no Palmeiras e que tenha sido um dos responsáveis pela nossa eliminação em uma Libertadores jogando pelo Peñarol.

  56. Rubens Leme said

    Apenas corrigindo a informação: Artime hoje é o quarto, pois foi ultrapassado por Crespo, mas mantém a incrível média de 0,96 gol por jogo – 24 em 25 jogos.

    Pela ordem, os primeiros são:

    1. Gabriel Batistuta 1991 – 2002 56 78
    2. Hernán Crespo 1995 – present 35 64
    3. Diego Maradona 1977 – 1994 34 91
    4. Luis Artime 1961 – 1967 24 25
    5. Leopoldo Luque 1975 – 1981 22 45
    Daniel Passarella 1976 – 1986 22 70
    7. José Sanfilippo 1956 – 1962 21 28
    Herminio Masantonio 1935 – 1942 21 19
    9. Mario Kempes 1973 – 1982 20 43
    10. Norberto Méndez 1945 – 1956 19 31
    José Manuel Moreno 1936 – 1950 19 34
    René Pontoni 1942 – 1947 19 19

  57. Bom dia.

    Ânimos exaltados.

    Sou suspeito para falar do Betão, também.
    Por mim, estaria na zaga do São Paulo ao lado do Miranda e do André Dias.

    Marcelo, postei há pouco o levantamento da SPORT+MRKT, com as 20 maiores torcidas da Europa.
    O Barça passou o Madrid.
    O Chelsea cresceu 5 vezes.

    Como o Barça pode passar o Real, Emerson? Eu até fico contente, mas isso não faz sentido. Na Espanha, a torcida do Real é nacional, a do Barça, não. Até os diretores do El Mundo Deportivo reconhecem isso.

    Tá no Olhar Crônico Esportivo.
    Pra quem se interessar, tem link na lista do Marcelo ou aqui mesmo, nesse box.

    Por favor, alguém me avise do próximo post sobre Aquele-que-não-deve-ser-nomeado.

    JHeheheheheheheehehehehehehe…

  58. Scipião Alves said

    Tambem vou entrar nessa brincadeira:
    -Vaca amarela c** na panela, quem falar primeiro come toda a b** dela… 1..2…3.

  59. Maurício Souza said

    Sem querer ser chato nem nada, mas ainda bem que essa discussão terminou… se bem que eu dei umas belas risadas depois que li que o Baré é “a ruindade em estado puro”… excelente!!

  60. Gustavo Oliveira said

    Coitado do Betão, ele não é pior do que o nível médio dos zagueiros que jogam por aqui, é tão ruim quanto, só que ficou estigmatizado por ter sido muito tempo titular do corinthians numa fase em que ninguem jogava nada (tirando 2005). Acho até que por ter um nível intelectual que a maioria, e ter fama de gente boa, muita gente acaba defendendo ele dentro de campo, o que gera polêmica em cima do coitado e mais ma fama ainda. Por exemplo, o Evaldo é grosso, ninguem discute, ninguém tenta contra argumentar, mas ele é evidentemente pior que o Betão, mas ninguem faz o vídeo “Evaldo Eterno”. O mesmo vale pro Zelão, Cadu, Fabio Ferreira, Fábio Braz, Domingos e por ai vai…
    Quanto aos penaltis bobos de 2005 Marcelo, eu tenho sérias restrições a isso. Pelo menos uns 3 deles foram de jogadas de bola na mão, onde não houve a intenção. Hoje a juizada não da mais esse tipo de penalti

    Achei muito legal seu comentário, Gustavo. Mas eu discordo. O Betão é um horror.

  61. Anísio FC said

    Tem um desses zagueiros, Embu ou Baré, que o Vanderlei Nogueira vive imitando… O VN simula uma pergunta e ele mesmo responde no lugar do tal zagueiro e emite uns grunhidos como resposta, parece o Taz!
    Sempre rio quando ouço.

    Quanto a briga…
    Tava até legal, mas ficou chata quando começou o papo do currículo…
    Foi a primeira vez que vi currículos serem usados como símbolos fálicos…
    “Meu currículo é maior que o seu!” “Nunca o meu é muito maior, o seu é pequeno!”…
    RÁRÁRÁRÁRÁRÁRÁRÁ!!!!

  62. Gustavo Oliveira said

    Sobre a polêmica dos zagueiros vou dar o meu pítaco. Tenho 32 anos e vi pouco o Luís Pereira jogar. Mas meu pai, que eu sei que enxerga muito futebol, diz que ele era um monstro dentro de campo. E pro meu pai falar isso de um palmeirense é porque o cara devia ser realmente muito bom.
    Quanto aos que vi com mais atenção Gamarra e Baresi formariam a melhor dupla. Oscar e Dario tambem jogavam muito. Acho que estão todos num mesmo nível.
    Esse é o tipo de discussão improdutiva, uns preferem as loiras, outros as morenas, ou as negras, mas se forem todas lindas, vamos admirá-las ora bolas…
    Uma coisa que eu nunca entendi foi esse lance de quarto zagueiro e zagueiro central. Esse tipo de nomenclatura era muito usada quando eu era moleque, mas para mim sempre foram todos zagueiros. Ainda bem que hoje em dia não se faz mas esta distinção…
    Isto posto Marcelo, considerando todos os zagueiros, pois não sei quem é quarto quem é central, acho que o muito bom Aldair fica um pouco atrás de gente como Ricardo Gomes, Mauro Galvão e talvez até do excelente Ricardo Rocha (nos tempos de são paulo então jogou uma barbaridade). E o Juan caminha a passos largos pra entrar nessa lista…

    Não poderia deixar de dar minha opnião no primeiro papo de buteco do abre o jogo.

    Gustavo, você disse a palavra que melhor resume esse debate: Improdutivo. Não agüento mais ler sobre isso, hehehe. Abraço

  63. mh said

    Acho que terminam as dúvidas sobre o craque Chevrolet, eihn!
    Ou alguém discorda do Dr?

  64. Gustavo Oliveira said

    Marcelo o Baré era pior que o Ari Basão? Sei não hein… Quando o Basão se levantava pro aquecimento ganhava coro da torcida “Senta Basão”.
    Mas a dupla de zaga inesquecível do Corinthians com Embu e Baré, dificilmente será superada em ruindade… E ainda tinha Simão, Elias e Leandro Silva pra ajudar. E mesmo com esses “craques”, o time só perdeu um jogo na brasileiro de 93, e só não foi pra final devido a burrice do Ronaldo que foi defender uma falta em dois lances cobrada direto pro gol. O Mario Sérgio fez mágica.

    Vou responder à sua pergunta da seguinte maneira, Gustavo. O Ari Bazão estava mais próximo do Beckenbauer do que do Baré. Para provar, vou contar então por que o Mario Sérgio chorou. Foi num treino de escanteio para a defesa. O “inimigo” era o Viola. O Baré marcava. Alguém batia o escanteio, o Viola dava uma volta no Baré cabeçeava e gol. Seis, sete, oito vezes. Foram mais de 12. O Mário Sérgio ensinava o Baré a não deixar que o Viola usasse os braços para bloqueá-lo e nada. Até que o Mario mandou o zagueiro passar os dois braços em volta do peito do Viola, agarrando-o mesmo. Bateram o escanteio e…. gol! Mesmo agarrado o Viola marcou.
    Sobre o lance que cita, eu estava na Folha, olhei o lance mais de 40 vezes. O Ronaldo realmente errou em pular, mas não se percebe nenhuma mudança na trajetória nem na rotação da bola. A conclusão da Folha foi que era um lance impossível de definir.

  65. Emerson Figueiredo said

    Luís Chevrolet foi um grande jogador. Mas Gamarra foi melhor

  66. Gustavo Oliveira said

    Rubens, acho que você (e muitos outros aqui) podem me esclarecer. Por que o Luis Pereira tem esse apelido de Luis Chevrolet?

  67. Rubens Leme said

    O Luís Pereira tem esse apelido porque ele trabalhou como operário da montadora antes de ser profissional. Ele começou jogando como zagueiro na equipe infantil da GM em São Caetano do Sul. Daí veio o apelido.

    E muito antes de Valdívia ser “El Mago”, Luís ganhou esse apelido na Espanha nos cinco anos em que defendeu o Atlético de Madrid, com d, e não sem, como vivem se esquecendo os jornalistas brasileiros.

  68. Rica said

    Acabei falando pouco sobre o post original, penso que quando Betão se aposentar não será lembrado como ex-jogador e sim como ex-corinthiano, fruto disso da má orientação dos jogadores que esquecem que acima de tudo são profissionais.

  69. Gustavo Oliveira said

    Essa descrição do lance do Baré é sensacional. Ta bom, eu me convenço que o Basão era melhor que ele. Mas você não vai me convencer nunca que ele ta mais perto do Beckenbauer. Diagamos que o Basão teria tomado uns 10 dos 12 gols do Viola, mas agarrando com as duas mãos ele impediria.

  70. Emerson Figueiredo said

    Gustavo,
    Não se esqueça que este time de 93 revelou Rivaldo para o Brasil

  71. hugo said

    Pôxa, Marcelo… Como vc aconselha a alguém inteligente e articulado que seja professor? Tal pessoa não ganharia mais sendo jornalista esportivo?

    Hugo, acho que não. A maioria dos jornalistas esportivos ganha mal, comparando a outras profissões de nível superior.

  72. Gustavo Oliveira said

    Obrigado pela explicação Rubens. Você é uma enciclopédia…

  73. Anísio FC said

    Torço pelo Atletico de Madrid por causa do Leivinha e do Luís Pereira…
    Quando à grafia exata, o que mais me irrita é a salada que se faz, chamam Bayer de Munique, mas também também chamam Fiorentina, seguindo-se a mesma fórmula, deveriam chamar Florentina…
    A confusão gráfica e fonética é assutadora!

    É mesmo, Anísio. E vou aproveitar a deixa que você abriu. Se ninguém se opuser, só chamarei os times pelos nomes deles na língua original, como faz a Uefa: Bayern München, Köln, Hamburger, Crvena Zvezda (Estrela Vermelha de Belgrado), Dinamo Kyiv. A segunda opção é, em alguns casos, remover o nome da cidade do nome e usá-lo como referência em português – Bayern de Munique (e não Bayern Munique), Olympique de Marselha etc. E a alternativa aos nomes dos outros clubes é usar a grafia em português, jamais em inglês. Assim será Hamburgo ou Hamburger, jamais Hamburg; Nurembergue ou Nürnberg, jamais Nurenberg.
    Mas eu prefiro (até por ser mais simples) usar tudo no original. Quem argumenta contra?

  74. Rubens Leme said

    Um detalhe: não se fala Real Madrid ou se escreve assim. o time é Atlético de Madrid, porque é da cidade Madrid. só isso.

    Não sou contra a grafia original, mas alguns irão se confundir. E Dynamo Kyiv teria que ser grafado em cirílico. Mas eu não me oponho.

    E que tal chamarmos os time por nomes certos? Exemplo: não é La Coruña e sim Deportivo. Eis um erro que se usa desde que Bebeto e Mauro Silva foram pra lá.

  75. Rubens Leme said

    a primeira frase “Não se fala Real Madrid e se escreve assim?” acaba com um ponto de interrogação…

  76. Anísio FC said

    Tem também o Monaco, que quando é corrida de F1 vira Mônaco mesmo, mas quando falam do clube da cidade, vários falam Monacô…
    A Folha de São Paulo grafa Montreal como um bem francês Montréal, e eu nunca consegui entender a razão disso, afinal na mesma Folha é Madri, não Madrid; Assunção, não Asuncion…
    É mais difícil e sem critério do que se imagina!
    Tão difícil que eu escrevi Bayer em vez de Bayern… :^D

    Não complica, Anísio, hehe. Uma coisa é padrão para grafia de times, outra para escrever cidades. O padrão nesse segundo caso será grafar pelo nome original, exceto as cidades que são bem conhecidas pelo nome em português. Logo, será São Francisco e San Diego, para falar de duas cidades próximas da Califórnia.

  77. mh said

    Marcelo, nada contra a nomenclatura sugerida, mas por favor sempre legende o Crvena Zvezda e outros clubes do leste europeu!

    Quantos aos japoneses, não importa!🙂

    Boa sugestão, Mario. Mas acho que o Estrela Vermelha é caso único. Os demais já são conhecidos por seus nomes oficiais. O Torpedo de Moscou, por exemplo, é Torpedo mesmo (e não vou usar caracteres cirílicos, claro).

  78. Lucas Camargo said

    Cara……….77 comentários!!!!

    Não tive condições de ler …

    Mas esse Betão deve ser muito bom….

    Será que o Barcelo não quer comprá-lo?????

    hehehehehehe

    Você quis dizer “Marcelo”, Lucas? Se for isso, obrigado, mas eu passo.

  79. Lucas Camargo said

    * Barcelona

  80. Lucas Camargo said

    Não!!!.Vc não tem grana pra isso!!!!

    Falei ………Barcelona…..Ou Madrid…..Ou M United….Ou ….SPFC (hehehehe)….Ou Palmeiras (i.e. Luxemburgo)………….Pelo AMOR DE DEUS…. Não falem nada com o Kleber Leite!!!!

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