Além do Jogo

O blog do Marcelo Damato

Anote no caderninho – 6

Posted by Marcelo Damato em sábado, 1 março 2008

Tenho que fazer gols para apagar tudo isso. Tenho que jogar e fazer gol. Estar bem. Tenho que ser chamado de imperador

Adriano, atacante do São Paulo, depois de se reunir com a diretoria e pedir desculpas aos companheiros, comissão técnica e diretoria pelo episódio de ontem.

12 Respostas to “Anote no caderninho – 6”

  1. Emerson Figueiredo said

    Acho que já vi este filme.

  2. Felipe Bohrer said

    eu acho que o adriano é primo do Satoru Nakajima ou do Ukyo Katayama…
    o cara se envolve num acidente de carro a cada duas semanas… impressionante!

  3. annaflavia said

    Espera, ele tem que ser chamado de imperador? Ora, me poupe. Santo ego o dele.

    Pois é, Anna, tem gente que não aceita por menos…

  4. euclydes zamperetti fiori said

    Caros são paulinos, Adriano, esta + para cascateiro das desculpas dq para sinceridade.
    Acordem não quero secar, + Adriano, não me parece confortavel , deve ter alguns problemas + serios e dentro de si mesmo.
    O trabalho deve ser igual a marcação, colar e não largar 24 hs dia, caso contrario, já era.

  5. JoaoBittar said

    EF,
    eu tambem….

  6. Gustavo Oliveira said

    E quer dizer que o Carlos Alberto cortou o pé em casa ? A diretoria do São Paulo quer enganar quem?

    Aliás, Gustavo, esse negócio de cortar o pé em casa sempre me deixou cabreiro. Na época do Telê, acho que em 1994, o Válber deu uns tapas no Guilherme. No dia seguinte, o Júnior Baiano, que era uma espécie de padrinho do Guilherme, acertou um socos no Válber antes do treino. Ninguém viu porque foi num treino não anunciado. Depois do almoço, os jornalistas chegaram secos para falar com o Júnior Baiano. E cadê ele? Não apareceu. Por quê? Cortou o pé! cortou o pé na mesa de centro da casa dele. Na manhã seguinte, ele estava treinando de novo. Teve uma outra vez que foi o Palhinha que cortou o pé. Nos tempos recentes não sei. Mas vi que o Washington, do Flu, pimba!, também cortou (esse não sei se foi em casa). Se eu fosse presidente, os jogadores teriam de dormir de chuteira, hehehe

  7. Clayton said

    A diretoria do São Paulo procura agir com retidão e coerência. Não precisa levantar a bandeira “renovação e transparência” de fachada. E estes, pensam que enganam alguém?

    A declaração do Adriano me soa um pouco como bravata. Mas ele já sabe, é a sua última chance. Do contrário, será devolvido a Inter, e vida que segue. Ele precisa muito mais do São Paulo, do que o São Paulo dele, ou não? O “Imperador” chegou ao clube que atravessa uma fase multicampeã, portanto, tem mais é que se engajar e entrar em sintonia. Juvenal agiu com pulso firme, e lhe deu o ultimato. Na próxima…

    Clayton, cuidado com as ofensas. O que você sabe que indica que a diretoria do Corinthians está tentando enganar. A diretoria do Corinthians tomou três decisões que a do São Paulo, por exemplo, jamais tomou: melhorar a democracia do clube, por meio de reforma estatutária, publicar a situação contratual de cada jogador e processar o presidente para recuperar o dinheiro, caso fique provado que ele realmente desviou (essa terceira, por enquanto, é apenas promessa). Nem quando o Pimenta foi afastado aconteceu isso no São Paulo. Não estou defendendo a diretoria do Corinthians, até porque não defendo ninguém. Só digo que está cada vez mais difícil afirmar que eles são enganadores. Se são, enganam muito bem, porque o clube parece mesmo que está melhorando. Por enquanto.

  8. Gustavo Oliveira said

    Clayton eu não disse que a diretoria do corinthians não esta enganando ninguém. Em outro post mais antigo, disse que acho às vezes a transparência bem opaca. O Andres tem um passado que o condena, por isso tenho o pé atras. Sobre a diretoria são paulino, eu cito uma frase do Vitor Birner que é um jornalista que respeito muito: não é a diretoria do São Paulo que é boa, as outras é que são péssimas. E nesse caso, na minha opnião, está chamando a opnião pública de ingênua (pra ser polido).

    Concordo com você e com o Vitor e com você, Gustavo. Não é difícil superar a diretoria do São Paulo. O duro é achar diretores para isso.

  9. Clayton said

    “O Andres tem um passado que o condena, por isso tenho o pé atras.”

    Justamente Gustavo, mas cuidado com este tipo de insinuação. Já me foi dado o alerta, hehehe. Praticamente uma intimidação, ehehheheh. Até prova em contrário, trata-se de gente da mais ilibada reputação e merecedora de todo o crédito possível. A imprensa contestadora, desconfiada, e que não tem medo de botar o dedo na ferida, infelizmente é formada por alguns poucos, como por exemplo, Juca Kfouri, que não é imune aos erros, claro. Mas dificilmente faz vista grossa ou fica em cima do muro. Embarcar no “oba-oba”, sem um exame consciente dos fatos e evidências? Esta regra não faz parte da cartilha deste tipo de formador de opinião. É muito cômodo para vários jornalistas e dirigentes, a manutenção deste sistema viciado. Comercialmente interessa, também. Com todos os defeitos, erros e acertos, JK é A referência. E alguns dos seus “discípulos”, como o próprio Vitor Birner, fazem parte desta casta privilegiada, sem dúvida alguma.

    Clayton, não deturpe, não brinque, com as palavras dos outros, neste caso com as minhas. A maneira como o Gustavo disse as coisas está correta e eu concordo com a sua posição. Uma coisa é ter o pé atrás, outra é condenar de antemão e ofender a índole das pessoas. Aqui não se permitem ofensas.

  10. Clayton said

    Marcelo, o sistema democrático do São Paulo, realmente apresenta falhas, e carece de aperfeiçoamento, mediante reforma estatutária. Não obstante, ele desempenha papel fundamental para a oxigenação política e administrativa do clube há décadas, como você bem sabe. É, ou foi, um modelo para os outros grandes clubes. O regime no São Paulo, ainda que deficiente, é maduro. Acredito que se o Corinthians aplicar todas as mudanças que foram propostas, a longo prazo poderão servir de exemplo aos outros, também.

    E a princípio, há algo que me agrada nos rumos do São Paulo. Confirmando em abril, a extensão do mandato de Juvenal Juvêncio, seu sucessor futuramente poderá ser o competente e promissor João Paulo de Jesus Lopes. O clube forma massa crítica. Nem sempre ocorre o mesmo na concorrência.

    É verdade, Clayton, o São Paulo possui melhores quadros que a concorrência e isso é conseqüência da estabilidade do seu sistema político. O São Paulo pelo menos nos últimos 35 anos, mas provavelmente mais, nunca teve um presidente que se perpetuasse no poder. E os presidentes, uma vez terminado o mandato, raramente voltaram, ao contrário do Corithians, em que desde 1959, se resumiu a uma disputa entre os grupos de Vicente Matheus (+ Marlene Matheus +Waldemar Pires, embora depois tenha rompido) e de Wadih Helu (+ Roberto Pasqua + Alberto Dualib). Dualib, Helu, Vicente Matheus e Alfredo Trindade ocuparam o cargo pessoalmente por 52 anos, mais da metade da história do clube. E pior ainda, foram 52 dos últimos 68 anos. Olhando ali, pode se começar a entender porque, administrativamente, tem tido tantos problemas.

  11. brandao said

    Marcelo,no blog do Paulinho,há uma história que o Carlos Alberto e o Adriano estariam juntos na “night”,e que o corte no pé do C.A seria do acidente,inclusive nos comentários, também tem um relato de um leitor cujo irmão é músico e que teriam visto(s) os dois juntos.
    Não acho estranho isso ter acontecido,porque ambos tem histórico,mas se houvesse mesmo acontecido isto,a midia inteira noticiaria,ou não?
    Também tem um leitor que diz que o Adriano,estava com os repórteres da folha,o que não foi noticiado.
    A única coisa que eu acho estranho é que tudo isso aconteceu ao mesmo tempo com o C.a e só ficamos sabendo depois,naturalmente o Adriano é muito mais estrela que o C.A,mas se fosse no tempo do Corinthians,coitado do C.A, e de nós,corinthianos.
    abraço

  12. Emerson Figueiredo said

    Acho que o São Paulo tem bons quadros. Mas não podemos negar que Andres Sanches está fazendo um trabalho surpreendente e promissor. Tem o problema de ter ocupado cargos na gestão Duailib. Mas agora mostra independência. Além disso, é preciso levar em conta que a falta de abertura na era Duailib pouco deixava de alternativa para quem queria participar da administração do clube. O Corinthians tem também Luís Paulo Rosenberg, que mesmo não tendo cargo direto na diretoria tem trazido um oxigência que há muito não se via no clube. O Palmeiras tem o Beluzzo, também respeitado por sua competência. Ter quadros não é privilégio do São Paulo. O que diferencia é a questão estatutária, que hoje em dia parece estar em fase de revisão, felizmente.

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