Além do Jogo

O blog do Marcelo Damato

Em vez de respostas, punições

Posted by Marcelo Damato em segunda-feira, 10 março 2008

O árbitro José Henrique de Carvalho, do jogo Corinthians x Guaratinguetá, e o bandeira Edvânio Duarte, da partida Santos x Noroeste, foram afastados.

O primeiro foi punido por dar dois cartões amarelos ao mesmo jogador; o segundo, por não ter sinalizado corretamente para avisar ao juiz sobre o pênalti.

Nenhuma palavra foi dita sobre seus erros mais graves. Carvalho disse que foi avisado pelos auxiliares do duplo amarelo três minutos depois do ocorrido e mesmo assim nada fez. Duarte nada disse, nem como poderia ter visto um pênalti com a visão completamente encoberta pelo zagueiro Domingos. A foto que está no Lance de hoje (infelizmente, não achei no site) deixa claro que o toque de mão foi abaixo da altura do ombro de Domingos, logo impossível de ser visto pelo auxiliar.

17 Respostas to “Em vez de respostas, punições”

  1. Onofri said

    Eu não vi, mas não tenho dúvida que foi pênalti… eh eh eh

  2. Rubens Leme said

    Essa coisa de suspensão de árbitros e tribunal me incomoda muito. Virou inquisição. Agora já estão querendo julgar o Marcos em um artigo que pode dar de 120 a 540 dias de suspensão.

    O futebol está virando esporte de moças, de gente delicada. Uma coisa é coibir a violência, outra é acabar com os choques, o contato físico, as jogadas de ombro. Daqui a pouco esses tribunais vão suspender alguém em leitura labial.

    Parece que o Big Brother Brasil saiu da globo e foi pros nossos estádios.

  3. jose carlos brandao said

    Marcelo, os juízes estão confiando demais nas outras pessoas…assistentes e 4º árbitro acredito que ,se ele tomasse as decisões sózinho,iria errar menos, bandeirinhas deveriam marcar só impedimentos e faltas próximos a eles, dentro da area, só o juíz.
    quanto ao erro do juíz no caso dos 2 cartões: O que aconteceu que os árbitros não anotam mais no cartão quem cometeu as faltas.?
    Será ordens da chefia,ou ele acham que não precisam ?

    ps: Marcelo, Dê uma olhada no jornal Extra do RIO, tem uma grave denúncia contra o Flu,( se é que voce já não viu )
    abraço

    Brandão, os árbitros anotam os cartões. Dá para ver isso em todos os jogos. O que houve é que ele marcou errado. Em relação à outra questão, sou a favor de uma boa particição dos assistentes e quarto árbitro, como “consultores”. Se não fosse pelo Edvânio, o árbitro não teria dado um pênalti que realmente existiu. A questão é quem contou para o assistente, já que é impossível em ter visto.

  4. euclydes zamperetti fiori said

    Marcelo, concordo, o auxiliar não tinha visão total do lance, entendo q. o erro maior foi do árbitro.
    Ambos erraram, então ambos devem, de ser punidos + neste país, quem furta uma lata de margarina vai em cana e quem rouba milhões , cometeu deslize de momento> É mole ou quer +.
    Acorda Brasil.

  5. Lucas Camargo said

    Marcelo
    Passei o fds aí em SP (ótimos restaurantes…hehehe), totalmente alheio ao futebol. Nem TV eu olhei. Então não vou fazer qq comentário sobre o futebol ppmente dito. Mas fiquei espantado com o numero de posts falando da arbitragem…Nos seus 6 posts de domingo, 5 são sobre arbitragem! É ranzinzisse de paulista ou o negócio tá feio mesmo?

  6. JoaoBittar said

    RubensLeme,

    O Marcos vai pagar pelo mico de ter dado aquele chutinho no Malaquias.
    É uma agressao, boba e inofensiva, mas é uma agressão. Tecnicamente.
    Não tem nada a ver com o “jogo de choque” e “futebol prá homem” que vc. citou prá espinafrar . O exemplo é ruim, apesar da tese não ser.

    Eu acho que vai pintar aquele artigo famoso ” atitude hostil” que livrou o Adriano da “agressao” e da pena de 120 a 540 dias.
    Quanto as punições ao arbitro e ao bandeirinha o PauloCesarde Oliveira agradece ter ficado de fóra. Se aquela atuação não vale um suspensão de uns 15 dias, não será o juiz do cartão amarelo ou o bandeirinha delay que mereceriam.

    É isso aí, João. O Marcos não pega mais de dois jogos. A não que o TJD queira fazer palhaçada.

  7. Roberto Carlos de Souza said

    Marcelo, o aburdo apresentado no programa Bem Amigos com apresentação da súmula do jogo é grave demais. O juiz disse na televisao que deu cartao para o numero 5 e depois deu outra dizendo que errou. Muito bonito, porém ele lançou o erro no relatório. O presidente da comissao puniu por 15 dias é absolutamente equivocado e deveria ir á julgamento no tribunal por mentir na súmula. Que esta o quarto juiz e o representante desta partida que nao ajudaram em nada. VERGONHA!

    Não vejo assim, Roberto. A pena administrativa nada tem a ver com a jurídica. E não sei se existe uma pena prevista para esse caso no CBJD. O árbitro deveria ter colocado numa outra parte que errou de pessoa ao dar um carão, mas ele fez certo ao marcar os cartões que ele deu (na opinião dele, no momento do cartão, estava dando para o 5, apesar de ser o oito). Além disso, o que quis dizer com “se fosse o contrário, não ficaria pedra sobre pedra”? Acha que o Guaratinguetá tem mais força do que o Corinthians na federação? Se for isso, a resposta é claro que não.

  8. Roberto Carlos de Souza said

    SE O ERRO FOSSE AO CONTRARIO E CONTRA O CORINTHIANS EH QUE NAUM FICARIA PEDRA SOBRE PEDRA. É O QUE EU ACHO. VEJA O QUE

    O CBDF TEM ESTES ARTIGOS

    Art. 281 – Falsificar, no todo ou em parte, documento público ou particular, omitir declaração que nele deveria constar, inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que deveria ser escrita, para o fim de usá-lo perante a Justiça Desportiva ou entidade dirigente do futebol.

    PENA: suspensão de 180 (cento e oitenta) a 360 (trezentos e sessenta) dias e eliminação na reincidência.

    NO GLOBO FOI PUBLICADA ESTA MATÉRIA

    O árbitro José Henrique de Carvalho pediu desculpas após a partida entre Corinthians e Guaratinguetá, realizada neste domingo, por ter aplicado dois cartões amarelos a um mesmo jogador (Magal, camisa 8 do Guaratinguetá). (clique sobre o link e assista ao pedido de desculpas). Mas o reconhecimento do erro ficou apenas nas palavras. Depois de admitir o equívoco para o SporTV depois do jogo, o juiz não relatou o erro na súmula da partida, segundo o programa ‘Bem, Amigos’.

    No documento oficial do jogo, José Henrique informa que apresentou cartão amarelo para o atleta número 8 do atual líder do Campeonato Paulista, Magal (Sidnei da Silva na súmula) aos 33 minutos do primeiro tempo, por “jogo brusco”. Em campo, o jogador puxou o meia Heverton pelo braço. Mas o mesmo jogador do Guará havia recebido advertência por ter feito uma falta sobre Diogo Rincón aos dez minutos de jogo. Na súmula, Jorge Henrique escreveu que o cartão foi dado ao número 5 da equipe, Jackson, também por “jogo brusco”.

    Apesar de ter admitido a falha no vestiário, o árbitro relatou no documento, em dois momentos, que “nada houve de anormal” na partida.

    A única ocorrência anotada pelo juiz foram reclamações contra o trio da arbitragem feitas por “alguns dirigentes e seguranças” do Corinthians no intervalo do jogo. Jorge Henrique de Carvalho afirma que identificou apenas o “Sr. Antonio Carlos, que acreditamos ser o supervisor do referido clube” (na verdade é diretor-técnico).

    Depois do jogo, em entrevista ao SporTV, o árbitro afirmou ter sido avisado do erro poucos minutos após ter aplicado o segundo amarelo, mas decidiu manter a decisão.

    Pelo equívoco durante a partida disputada no Morumbi, José Henrique de Carvalho foi suspenso por 15 dias pela Comissão de Arbitragem da Federação Paulista.

    – Foram dois erros de procedimento. Primeiro, ele deu dois cartões para o mesmo atleta. Depois, por não ter avisado, via comunicador aos auxiliares e ao quarto árbitro para quem tinha anotado a advertência. O Zé Henrique tem boas referências, já é um juiz consagrado, mas temos de tomar providências – afirmou o coronel Marcos Marinho, presidente da Comissão.

  9. JoaoBittar said

    O Roberto ,
    de fato foi uma vergonha , um papelao, ridiculo. No comments.
    O cara mereceria ateh mais de quinze dias pra deixar de ser pateta.
    Soh acho que nao entendi suas tres primeiras linhas.
    Carece mesmo ?

  10. Rubens Leme said

    Tb acho que nada vai acontecer ao Marcos. O problema é a histeria que acontece a cada expulsão. Bons tempos em que o cara era expulso e cumpria a automática. Agora, a cada expulsão lá vem o seu tribunal, auditores e montam esse circo sem sentido.

  11. JoaoBittar said

    Talvez seja a sumula redigida pelo pessimo PauloCesardeOliveira
    que pra justificar o exagero de algumas marcacoes contra o Bragantino apos o tal penalti, carregou na “agressao” do Marcos.
    Acho que um jogo de suspensao ( ou dois ) tah mais do que bom. Eu e todo mundo. Mas com a sumula, o PCO obrigou o TJD-SP a entrar em acao. O circo eh a midia que faz , a meu ver, com a ajuda dos exibicionistas de sempre. A defesa vai ter que desqualificar a denuncia e enquadrar o gesto em outro artigo mais brando e menos virtual.
    Interessante, o proprio Marcos admitir que mereceu ser expulso por perder a calma. Grande figura! E injustica serah o Paulo Cesar de Oliveira nao ser punido por todas lambancas de domingo.

    João, está acontecendo algo muito esquisito nos julgamentos ultimamente. Os árbitros fazem relatórios pesadíssimos em caso de expulsão. Aí o atleta ou técnico é acusado em artigos que prevêem penas grandes. A imprensa usa sempre o valor máximo da pena, para fazer o máximo sensacionalismo. E depois, no Tribunal, o relatório é rejeitado no todo ou parcialmente, a acusação cai para um artigo mais branco e a pessoa ainda pega a pena mínima. Não dá para afirmar isso, mas dá a sensação de que tem alguém criando dificuldade para vender facilidade.

  12. JoaoBittar said

    Boa teoria Marcelo,

    Sumulas turbinadas com o papo de “agressao” e o fantasma da pena de 120 a 540 dias, realmente tem sido usado mais do que se deveria esperar. Parece um “sistema”. Domina a pauta das redacoes e dah notoriedade para gente que pela natureza de seu trabalho, nao deveria aparecer na midia, mas agora aparece.
    No caso do Adriano e Marcos, acho que eles mereceram a expulsao pelo destempero, mas chamar aquilo de agressao eh colocar aquele tackle do Taylor contra o EduardoSilva no patamar de crime hediondo e inafiancavel.

  13. JoaoBittar said

    Uma coisa que me chamou a atencao, foi ver o grande JucaKfouri defendendo o Marcos, mais que o Marcos
    ( JK contestou e desmentiu o proprio goleiro que admitira ter merecido a expulsao, ao vivo ) ou qq. fanatico palmeirense poderia ter feito. Nao que o Marcao nao mereca defensores, ao contrario, ele praticamente eh uma unanimidade.
    Fiquei curioso para saber a opiniao dos palmeirenses do blog sobre isso. Juro que nao entendi direito. O Trajano quase saiu na porrada no LinhadePasse ( novidade… hehehe ) mas desta vez por apego ao rigor da noticia, que o JK (alias um baluarte nacional na modalidade ) surpreendentemente, insistia em trocar pelo ” respeito a historia”.

  14. ROJAS said

    Pois é, Marcelo, a coisa está meio tirana aqui em SP mesmo. O José Henrique é bom árbitro, mas errou feio e deveria ser punido. De que maneira? Não afastamento, mas suspensão – como se tivesse sido expulso de campo. O Edvânio foi vítima.
    E quanto ao Paulo Cesar de Oliveira, ninguém fala nada… eu o considero o melhor do estado, de longe, mas ele também merece punição de uns joguinhos. Vais er bom para ele pensar. Ou o “Comandante Marinho” entende o futebol ou vamos ter um quartel no apito.

    Hehehe, Rojas, Não acho que o Edvânio foi vítima. Tenho dito várias vezes aqui e repito. Ele não poderia ter dado o pênalti porque não viu. É impossível que ele tenha visto o lance. O corpo do Domingos tapa sua visão. O toque de mão na bola foi abaixo do ombro do Domingos. A marcação foi certa, mas o procedimento dele totalmente errado. E o José Henrique deveria ser processado por mentir no relatório. Já o PC deveria ser afastado para reciclagem. O problema do Paulo César, me parece, é mais psicológico do que técnico. Sempre que erra feio num lance ele se perde.

  15. Euclides said

    Vou postar duas declaracoes. A primeira aconteceu no ano passado quando o chefe da arbitragem paulista, o comandante Marcos Marinho, deu nota 7 para a equipe de arbitragem, ressaltando que o ponto eletrônico evitou a validação de um gol irregular.

    Na opinião dele, o erro foi de Evandro Silveira, que não levantou a bandeira.

    Ponto eletrônico não passa no primeiro teste
    Faltou melhor comunicação entre Abade e os auxiliares no Morumbi

    Alfredo Luiz Filho

    Juliano Costa

    A primeira vez que a Federação Paulista de Futebol resolveu testar o “ponto eletrônico” nos quatro membros da arbitragem não será esquecida tão fácil. Pelo menos, do lado corintiano. As vítimas foram o árbitro Cleber Wellington Abade e a auxiliar Ana Paula de Oliveira, que assinalaram uma falta de Tevez no zagueiro Leonardo Silva muito tempo depois de o argentino ter feito um golaço. E para que serviu o ponto eletrônico? Daí para a confusão foi um pulo.

    Os corintianos já comemoravam e Carlitos dançava à beira do campo, quando a bandeirinha escutou o aviso de Evandro Silveira, o outro auxiliar, dedurando um empurrão do argentino. Avisou Cleber Abade, que anulou o lance. Os jogadores do Corinthians ficaram indignados, sem entender porque o lance demorou tanto a ser anulado e, estranharam, ainda mais, pois Ana Paula correu para o meio-de-campo – confirmando o gol – e depois voltou atrás. Ingredientes de sobra para o torcedor desconfiar de “boi na linha” no tal ponto eletrônico da arbitragem. Antes mesmo de ser testado, a FPF fez questão de dizer que a comunicação se dava por meio de um circuito fechado, sem a possibilidade de ocorrer interferências de terceiros.

    Dentro de campo, Gustavo Nery e Coelho partiram para cima da bandeirinha como se estivessem peitando um zagueirão qualquer. Edmundo foi intervir e a confusão explodiu. Até os jogadores reservas e os gandulas foram para campo. Trocas de safanões que foram ignoradas pelo árbitro, que já estava muito enrolado para ter peito de expulsar alguém.

    A partida seguiu tensa até o fim do primeiro tempo. O trio saiu calado diante do assédio da imprensa. Todos tentavam entender quem havia denunciado a falta de Carlitos. Na volta dos vestiários, os corintianos cercaram Ana Paula, cobrando uma resposta – o argentino Mascherano era o mais irritado.

    Mas a confusão aumentou um pouco mais depois que o quarto árbitro, Eduardo Dul, disse que o lance havia sido anulado por Evandro Silveira e não por Ana Paula de Oliveira. “Não foi ela que anulou o gol. Vocês estão todos falando que foi a Ana Paula, mas o Evandro foi o primeiro a falar no ponto”, afirmou. “As tevês mostraram que foi falta…”, disse, tentando isentar os companheiros.

    Ao fim do clássico, não poderia ser diferente. Do lado corintiano, protestos e indiferença; do lado palmeirense, só elogios.

    “A arbitragem está de parabéns, foi excelente, anulando corretamente um gol em que, ao meu ver, houve falta no Leonardo”, defendia-se o goleiro palmeirense Sérgio. “Eu não vi a jogada, mas se tivesse tido alguma coisa, tinha de ser marcado no meio-de-campo e não lá. Não vi falta nenhuma do Carlitos; ele não se aproveitou de antijogo, só do que tem de melhor que é a habilidade”, disse o meia corintiano Carlos Alberto.

    O chefe da arbitragem paulista, o comandante Marcos Marinho, deu nota 7 para a equipe de arbitragem, ressaltando que o ponto eletrônico evitou a validação de um gol irregular. Na opinião dele, o erro foi de Evandro Silveira, que não levantou a bandeira. Marinho também criticou a pressão em cima de Ana Paula.

  16. Euclides said

    No jogo do Santos, o mesmo erro.

    No caso de Edvanio Ferreira Duarte, o erro foi ele não ter sinalizado no momento certo o pênalti cometido pelo zagueiro Bonfim, que colocou a mão na bola dentro da área do Noroeste. “Foi uma falta de cumprimento com os padrões. Primeiramente é preciso sinalizar com a bandeira”, contou o coronel Marinho. “Ele só avisou por rádio e isso causou o transtorno.”

    Sim, Euclides, mas isso não elucida o ponto principal. Como ele pode ter assinalado o toque de mão se é absolutamente impossível que o tenha visto?

  17. Rubens Leme said

    João, eu defendo o Marcos sim. A reação dele é natural de alguém que já se machucou demais em lances infantis. Mas ele não podia ter perdido a cabeça daquela maneira, ainda mais sendo alguém tão experiente.

    Marcos é uma vítima incomum dos tempos atuais, pois dificilmente um goleiro se machuca tanto. Acho que merecia ser mais preservado pelo próprio Palmeiras. Falar mal do Marcão é uma heresia. Mesmo sendo um dos “culpados” pela perda do título mundial de 99, possui um crédito imenso, afinal só chegamos lá porque fez milagres na Libertadores.

    Mas acho que mudar a postura e a conduta em campo aos 34 anos não irá adiantar nada. Ele é um símbolo por tudo que representa e não deveria dar motivos para que Paulos Césares de Oliveiras da vida questionassem seus atos. Não vai acontecer nada no julgamento mas poderia perfeitamente ficar sem ir ao estúpido tribunal.

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