Além do Jogo

O blog do Marcelo Damato

Archive for the ‘Contrato’ Category

Leandro perde outra

Posted by Marcelo Damato em quinta-feira, 6 março 2008

O Tribunal Regional do Trabalho do Rio rejeitou a ação cautelar movida pelo advogado do atacante Leandro Amaral para que ele volte ao Vasco. Assim, continuar a valer a decisão da primeira instância, que deu razão ao clube.

Na sentença, o juiz afirma não entender como Leandro recusou uma proposta de R$ 100 mil do Vasco para assinar por R$ 20 mil com o Fluminense.

Para inverter a situação, agora só resta a Leandro Amaral recorrer ao TST em Brasília.

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O caso Romário – 1

Posted by Marcelo Damato em quarta-feira, 6 fevereiro 2008

Acho que nunca vi tantas polêmicas independentes entre si caberem numa frase como “Romário pediu demissão ao receber da diretoria do Vasco ordem para escalar Alan Kardec, para que ele fosse vendido ao PSG”

Vou tratar uma em cada post

A deste é: como fica o contrato de jogador profissional entre Romário e o Vasco? Quem pediu demissão foi o Romário treinador, que não tinha contrato com o Vasco. O Romário jogador, se quiser ir embora, terá que pagar a multa. Ou Eurico vai deixá-lo ir?

Atualização: pelo jeito, Eurico amarelou. Ou já tinha amarelado antes e deixou o contrato sem multa.

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Contratos de gaveta

Posted by Marcelo Damato em quinta-feira, 31 janeiro 2008

A revelação da continuidade da prática de contratos de gaveta mostra mais uma aberração do futebol brasileiro com o beneplácito da CBF. Revelou-se que o Santos faz isso. É preciso ver quem mais faz.
O contrato de gaveta é prática antiga do futebol. Durante muito tempo, os jogadores chegavam a assinar três contratos, dois em branco, que o clube depois preenchia como queria. Depois criou-se a obrigatoriedade de o jogador pôr a data de próprio punho. Mas não adiantou muito, pois era só fazer as contas e mandar o menino preencher.

A solução surgiu quando se criaram os contratos com numeração impressa. Cada clube recebe um lote de contratos, que tem de preencher em seqüência. Pela regra, a CBF não pode registrar um contrato que tenha número maior e data menor do que o anterior. Isso complica muito para os fraudadores, pois se a data -mesmo falsa – tem que ser colocada no dia da assinatura, como escolher o número dele, como prever quantos contratos serão feitos antes da fraude?

Mas a CBF não cumpre a regra. Entre os dois contratos de Alemão, havia uma diferença de 13 unidades (de 533.733 para 533.746). A irregularidade salta aos olhos. Como o Santos pode ter feito apenas 12 contratos num intervalo de dois anos? É óbvio que não pode. E a explicação posterior de que a mãe estava junto não adianta nada. Não explica a diferença da numeração.

Explica muito menos como esse contrato foi registrado dessa maneira. Se a CBF fosse zelosa pelo cumprimento das leis, faria uma varredura geral nos contratos. Mas o Departamento de Registro da entidade é famoso por fazer vista grossa a torto e a direito.

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Vitrine alvinegra

Posted by Marcelo Damato em quinta-feira, 31 janeiro 2008

No ano passado, o Corinthians trouxe cinco jogadores do Bragantino para o Campenato Brasileiro, quatro em definitivo e um por empréstimo.

Moradei foi devolvido e Zelão, Kadu e agora Everton Santos negociados. Quanto o Corinthians faturou nesses negócios? Quanto faturaram seus parceiros?

O único que ficou, o goleiro Felipe, mesmo sem gerar um tostão, foi um bom negócio.

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Bruno, um mistério

Posted by Marcelo Damato em sexta-feira, 18 janeiro 2008

Leonardo Moura, Jônatas e Bruno assinaram contrato com o Flamengo no mesmo dia. E no mesmo dia que Castillo, no Botafogo. Dois deles vieram de clubes no exterior. Bruno era um dos que já estava no Rio.

É o único que não poderá jogar na abertura do Campeonato Estadual do Rio. Sua documentação nem sequer foi entregue à CBF.

O Flamengo não explica qual é a encrenca.

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Esquecem sempre a porta aberta

Posted by Marcelo Damato em quinta-feira, 17 janeiro 2008

Artilheiro santista na Copinha, o atacante Tiago Luís, 18, tem contrato com o Santos até 15 de fevereiro. Como o clube vai fazer para renovar, é um mistério. Se conseguir, certamente vai pagar mais caro do que precisaria.

Depois dizem que o problema do futebol brasileiro são os empresários.

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Edmundo paga para jogar no Vasco

Posted by Marcelo Damato em domingo, 6 janeiro 2008

Não há nenhum erro nesse título. Se o acordo sair, como parece que sairá, Edmundo vai pagar para jogar no Vasco.

O que Edmundo vai receber do clube é menos do que a parte da dívida do Vasco com ele que será perdoada.

O presidente do Vasco, Eurico Miranda, já tinha conseguido isso com Romário. Agora faz com Edmundo. Para o Vasco, no curto prazo é um bom negócio. Mas no longo prazo é ruim. Assim como para o futebol e para os jogadores.

Enquanto os jogadores aceitarem levar calotes e depois de brigarem na Justiça para receber o que merecem abrir mão desse dinheiro, os dirigentes não terão motivo para mudar de atitude. Para que pagar se o caloteado se comporta como otário?

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Um paraguaio de coragem

Posted by Marcelo Damato em sexta-feira, 28 dezembro 2007

Gavillán fez um contrato de risco com o Flamengo. Reprovado no exame médico por motivo não revelado, o volante procurou o clube e disse que aceitaria ser dispensado caso sofresse uma lesão grave.

Não se deram mais detalhes desse acordo, se ele compreende apenas o mal detectado no exame ou outros. Mas é impressionante a determinação do paraguaio em jogar pelo Flamengo (seja por qual motivo for, inclusive dinheiro).

Esse é um precedente histórico. De agora em diante, os clubes poderão começar a exigir que os jogadores assumam o risco por alguns tipos de problemas médicos. Até hoje, o risco foi inteiramente do clube.

Certamente muitos jogadores, por diversos motivos, irão recusar o risco e novos conflitos serão gerados.

Com sua coragem, pode ter feito bem para a sua carreira e mal para a de outros.

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Náutico dá calote e Flu dança

Posted by Marcelo Damato em sábado, 22 dezembro 2007

No meio do ano, o Fluminense emprestou o meia Juliano para o Náutico. Nesta semana, o meia, há seis meses sem receber salários, foi à Justiça e conseguiu se desvincular do Náutico e do Fluminense também.

A primeira pergunta é por que o Náutico deu calote no jogador. Será que deu nos restante do time também? Se deu, os jogadores do Náutico são heróis. Evitaram o rebaixamento (com uma bela reação no segundo turno), com a carteira vazia. Se os demais jogadores receberam, por que Juliano foi discriminado?

Não se questiona a culpa do Náutico, mas histórias como essa não são novidade. O Fluminense deveria ter prestado mais atenção. Como se dizia, antigamente “Cochilou, o cachimbo caiu”.

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Como perder US$ 1,3 mi sem fazer força

Posted by Marcelo Damato em sexta-feira, 21 dezembro 2007

O Corinthians poderia ter pago US$ 400 mil (ou até menos) e não US$ 1,7 milhão ao técnico Daniel Passarella, não fosse pela diretoria anterior.

A história é a seguinte. Quando Passarella foi demitido, em 2005, a sua cláusula rescisória era de US$ 2 milhões. O advogado do treinador ofereceu então um acordo por US$ 400 mil, para não levar o caso à Fifa. Receberia menos, mas receberia rápido. O Corinthians recusou.

A Fifa então fixou a indenização em US$ 800 mil. O advogado de Passarella voltou ao Corinthians e disse que aceitaria US$ 600 mil desde que não houvesse recurso ao Tribunal Arbitral do Esporte. O Corinthians recorreu e a multa subiu para US$ 1,4 milhão, que com juros chegou a US$ 1,7 milhão.

A nova diretoria, nesta semana, fechou enfim um acordo para pagar a dívida em 18 parcelas.

Com cartolas Dualib e companhia, o Corinthians precisa se perguntar para quê precisa de inimigos. Mas o que o Corinthians precisa desocbrir mesmo é como fazer com que os antigos diretores paguem pelo que fizeram.

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Um passo, enfim

Posted by Marcelo Damato em quinta-feira, 20 dezembro 2007

A negociação com Felipe voltou a andar bem. Precisa ver como termina e por quanto termina. Uma coisa é certa. A atitude de Antonio Carlos não ajudou em nada.

Ao ser questinado pelo jornalista Luciano Borges (Blog do Boleiro, veja link a baixo à direita) sobre por que tinha revelado a proposta a Felipe (R$ 54 mil), disse que era política do Corinthians, de transparência total.

Então por que não revela o próprio salário e o das outras contratações?

Mas, no caso do Felipe, o Corinthians parece ter acertado o passo.

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Baixaria na Colina

Posted by Marcelo Damato em terça-feira, 18 dezembro 2007

“O Renato Gaúcho era muito bom jogador, mas é um analfabeto. Se ele falou deve ser uma brincadeira”.

O autor dessa frase não é o presidente da Força Jovem do Vasco, nem ninguém parecido (ou será que é?)

Quem disse isso é o vice-presidente jurídico do Vasco, Paulo Reis, advogado de carteirinha e tudo, comentando a declaração de que Leandro Amaral iria para o Fluminense.

A disputa entre Vasco e Fluminense não se resume só ao jogador. O advogado, contratado pelo Fluminense, Heraldo Panhoca, já trombou muitas vezes com Eurico Miranda.

Panhoca é um dos principais responsáveis pela redação final da Lei Pelé (a de 98, emendada pelo menos três vezes desde então), da qual Eurico é feroz opositor. Panhoca foi advogado do Corinthians nos últimos anos da gestão Dualib no Corinthians.

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Antônio Carlos à beira do desastre

Posted by Marcelo Damato em sábado, 15 dezembro 2007

Por conta de um diretor de futebol metido a valentão, o Corinthians está prestes a perder o único jogador que se salvou do desastre de 2007. Se Felipe realmente sair do Corinthians, esse revés deve ser atribuído a Antônio Carlos. Ao confundir firmeza com truculência, ACZ mostra que chegou despreparado ao cargo de diretor de futebol.

O desastre que ACZ está prestes a concretizar não é pequeno. E poderia custar seu cargo se não tivesse o respaldo de quem tem.

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Palmeiras de joelhos

Posted by Marcelo Damato em quinta-feira, 13 dezembro 2007

Em 2002, Vanderlei Luxemburgo deixou o Palmeiras na mão no início do Campeonato Brasileiro e foi considerado um dos responsáveis pelo rebaixamento, uma das maiores humilhações da história do clube. Cinco anos depois, o Palmeiras oferece-lhe R$ 500 mil por mês, muito mais do que em 2002, e implora pelo seu “sim”.

Os dirigentes se comportam como se nesse período Luxa tivesse ficado maior do que o Palmeiras. É um erro. Um clube que não se dá ao respeito não pode reclamar depois.

O Palmeiras não merece dirigentes que lhe ponham de joelhos.

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Antônio Carlos na berlinda

Posted by Marcelo Damato em quinta-feira, 13 dezembro 2007

O diretor de futebol do Corinthians já começa a levar chumbo de dentro do clube pela maneira como conduz as negociações com o goleiro Felipe. Nos corredores da direção do clube, ontem à noite, Antônio Carlos foi criticado por revelar os valores da negociação e por ridicularizar o goleiro.

Felipe, quando esteve no Vitória, acusou o então presidente Paulo Carneiro, de discriminação racial. Se fizer o mesmo com Antônio Carlos, dado o seu histórico, não será difícil levar a acusação a sério.

Azar de Antonio Carlos, e principalmente do Corinthians. Está cada vez mais claro que a aposta do clube foi alta demais.

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Uma novela na Colina

Posted by Marcelo Damato em quinta-feira, 13 dezembro 2007

A melhor novela do momento é a de Leandro Amaral no Vasco. O ex-atacante da Portguesa jogou muito mais do que todos esperavam em São Januário e parece que, por causa disso, Eurico achou que poderia colocar uma coleira nele.

Leandro diz que o presidente do Vasco o chamou na sala avisou-lhe quanto iria ganhar no novo contrato, gostasse ou não, e o mandou sair. Eurico diz que o contrato está renovado. Leandro Amaral nega.

O jogador acusa ainda o antigo procurador de defender os interesses do Vasco e não os seus. Tocou num ponto nevrálgico. Muitos procuradores, por terem vários jogadores no clube, ora defendem o interesse do jogador, ora agem como conciliadores, e até pendem mais para o clube. No fundo, defendem o próprio.

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Uma pergunta que não cala – 5

Posted by Marcelo Damato em terça-feira, 11 dezembro 2007

Se Guilherme já tem time para jogar no exterior, por que o Vasco não o negociou diretamente?

Em poucos dias, os empresários do grupo MFD vão faturar uma bolada. Eles estão fazendo o papel deles. Quem lesou o Vasco foi sua diretoria

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Uma pergunta que não cala – 4

Posted by Marcelo Damato em terça-feira, 11 dezembro 2007

Como o Vasco faz um contrato com um garoto de 19 anos (a lei permite fazê-lo desde os 16), faz uma alteração desse contrato um mês depois e deixa a multa rescisória em R$ 900 mil? Nem que Guilherme fosse dos juvenis, a multa poderia ser desse valor

Para mim, isso seria motivo para declarar o impedimento legal da diretoria do clube, por falta de juízo

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De olhos bem fechados

Posted by Marcelo Damato em terça-feira, 11 dezembro 2007

O vice-presidente de futebol, José Luis Moreira, disse que o Vasco foi surpreendido ao saber que o lateral-esquerdo Guilherme havia rescindido contrato. Moreira tem um senso de humor muito peculiar.

Afinal, um jogador só pode rescindir contrato pagando a multa contratual ao próprio clube. Esse valor, aliás, está fixado no contrato de trabalho.

O primeiro contrato entre Guilherme, 19 anos, o Vasco foi assinado em 10 de julho passado. Um mês e meio depois, no final de agosto, foi feito um novo contrato, com cinco anos de duração. E, praticamente cem dias depois, esse contrato foi rompido.

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Uma questão de soberania

Posted by Marcelo Damato em segunda-feira, 10 dezembro 2007

O empresário do goleiro Felipe está pondo o Corinthians contra a parede: ou dá um grande aumento de salário ou leva o goleiro embora.

Felipe ganha R$ 30 mil por mês e a proposta do clube já chegou a R$ 54 mil. Mas o empresário quer muito mais, segundo suas próprias palavras.

Felipe é um grande goleiro, mas tudo tem um limite. Para o futebol, R$ 54 mil não é um grande salário. Mas ele lhe ofereceram um grande aumento: 80%. Poderia ser previsto uma tabela de novos reajustes, conforme ele fosse evoluindo. Mas seu empresário quer tudo já.

Uma das coisas absurdas nessa história é que Felipe tem mais três anos de contrato. Por lei, o clube não teria a menor necessidade de renovar. Mas a gestão Dualib pôs uma multa (R$ 10 milhões) relativamente baixa, da qual o clube tem direito a apenas 50%.

A questão no caso do Felipe deixou de ser de dinheiro. Passou a ser de soberania. Se o Corinthians ceder a esse empresário, todos irão querer fazer o mesmo. O Corinthians está em baixa, mas não a ponto de ter ficado menor do que seu goleiro.

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Blefe x Blefe

Posted by Marcelo Damato em segunda-feira, 10 dezembro 2007

A disputa entre o Palmeiras e os advogados em torno do pré-contrato do meia Thiago Neves é de chorar para não rir. Os dois lados erraram e, para não ficar com o mico na mão, pressionam o outro lado a ceder. Parecem dois jogadores com cartas baixas numa mesa de pôquer.

Para quem não se lembra, o Palmeiras, achando que o meia tinha contrato com o Flu que estava chegando ao fim, assinou um pré-contrato com ele e até lhe adiantou o dinheiro das luvas (com o qual ele comprou um BMW – inteligente, o garoto). O Fluminense, ao saber, convenceu-o a assinar um segundo pré-contrato, usando outro procurador, com uma diferença fundamental – o Tricolor tinha autorização do Paraná o “verdadeiro” dono do vinculo com o jogador (a razão das aspas é que o Paraná é apenas um laranja, mas de fato tem o registro)

O Palmeiras diz que o direito é dele porque assinou primeiro. E ameaça processar o jogador se não romper com o Flu. Ou isso, ou quer uma indenização milionária. Os diretores sabem que se voltarem de mãos abanando vão ficar desmoralizados entre os conselheiros.

Os advogado do jogador, que querem que ele fique no Flu, ameaçam levar o caso à Fifa, dizem que o pré-contrato é nulo, mas não explicam como a grana das luvas ainda não foi devolvida ao Palmeiras? Se o contrato é nulo, como o jogador ainda retém o dinheiro?

A CBF, que, como sempre, está envolvida no rolo. dá razão ao Flu dizendo que o procurador do Thiago na negociação com o Palmeiras não era agente Fifa. Mas não deixa que o assunto cresça, pois aí terá de explicar como 95% dos contratos que ela registra são feitos com agentes não credenciados. A sorte dela é que não precisa bancar nenhuma aposta.

Nessa briga, nem jogador nem Palmeiras têm cartas para vencer. O Palmeiras ainda corre o risco de ficar no prejuízo com as luvas. Mas quem pode sair perdendo mais é o Flu. Thiago Neves já deixou claro que tipo de pessoa é. Assina dois contratos, pega dinheiro e não devolve. Êta figurinha!

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Uma explosão de salário

Posted by Marcelo Damato em quinta-feira, 6 dezembro 2007

O salário do técnico Caio Júnior, do Palmeiras, deve ser o que mais cresce no mundo.

No Brasileiro de 2006, recebia R$ 10 mil por mês no Paraná.

No final do ano, renovou com o clube paranaense pelo triplo.

Nem bem tinha feito o acordo, e assinou com o Palmeiras por R$ 60 mil a cada 30 dias.

Durante o ano de 2007, seu salário subiu para R$ 80 mil/mês.

Para 2008, o valor foi reajustado para R$ 120 mil mensais.

De R$ 10 mil para R$ 120 mil em um ano e meio. E nesse período, o técnico não ganhou nenhum título!

Quem disse que o futebol brasileiro paga mal?

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